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CLI-FLN-01Site para clínicas · Florianópolis/SCTicket R$ 2.500 – R$ 38.000Entrega 5 dias a 14 semanas

Site para clínicas em Florianópolis com agenda, telemedicina e compliance CFM-SC.

Florianópolis tem aproximadamente 520 mil habitantes segundo o Censo IBGE 2022 e abriga o Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC) como polo público federal, somado a hospitais privados de referência regional — Baía Sul Medical Center na Beira-Mar Norte, Imperial Hospital de Caridade no Centro Histórico, SOS Cárdio em Itacorubi e Hospital de Caridade. O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) tem sede em Floripa e fiscaliza a publicidade médica em todo o estado conforme a Resolução CFM 1.974/2011 e o Manual de Publicidade Médica do CFM. A Huios entrega site para clínica em Florianópolis dentro dessa regulação, com LGPD Art. 11 embutida (dado de saúde é categoria sensível), telemedicina pronta pra CFM 2.314/2022, schema MedicalClinic + Physician + MedicalSpecialty e integração com a agenda online já em uso (iClinic, Doctoralia, Feegow, BoaConsulta, Conexa Saúde).

O que é site médico em Floripa

Site para clínica em Florianópolis: três camadas regulatórias que toda banca digital comum ignora

Site para clínica em Florianópolis não é site institucional comum: ele responde a três camadas que vitrine convencional não respeita — Resolução CFM 1.974/2011 (publicidade médica fiscalizada pelo CRM-SC com sede na capital), LGPD Art. 11 (dado de saúde é categoria especial, base legal preferencial "tutela da saúde" Art. 11 II "f") e integração técnica com agenda online (iClinic, Doctoralia, Feegow, BoaConsulta, Conexa Saúde — esta última nasceu adjacente ao cluster ACATE Floripa). Sem essas três camadas embutidas no escopo, a clínica fica com passivo regulatório no CRM-SC e exposição financeira na ANPD.

Por que Floripa é mercado médico próprio

Capital com cerca de 520 mil habitantes (Censo IBGE 2022) e PIB per capita de R$ 56.291 (IBGE Cidades, 2021) — entre os 15 maiores do Brasil — concentra demanda privada acima da média estadual. O CRM-SC tem sede na capital e mantém Tribunal de Ética e Disciplina ativo. Hospitais de referência (HU-UFSC, Baía Sul Medical Center, Imperial Hospital de Caridade, SOS Cárdio, Hospital de Caridade) puxam corpo clínico de especialistas que migra entre instituição pública e consultório privado próprio. O paciente da Lagoa da Conceição, Trindade, Itacorubi, Centro e Beira-Mar Norte tem poder aquisitivo pra escolher convênio premium e atendimento particular — pesquisa "cardiologista Beira-Mar Norte" ou "dermatologista Trindade" antes de marcar consulta.

O que o CFM 1.974/2011 permite (e veda) em site médico

Permite divulgar especialidade reconhecida pelo CFM e registrada no CRM-SC (RQE quando há subespecialidade), formação, áreas de atuação, contato, agenda, convênios aceitos. Veda garantia de cura ("tratamento 100% eficaz"), antes/depois sem contexto técnico restrito, auto-promoção sensacionalista ("melhor cardiologista de Floripa"), comparação com outros profissionais, honorário como atrativo ("consulta R$ 99") e técnica experimental apresentada como rotina. O art. 3º é literal: "permite-se a divulgação dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação, desde que devidamente reconhecidos pelo CFM e registrados no Conselho Regional." Cada médico do corpo clínico responde solidariamente.

LGPD Art. 11 muda o regime de consentimento

Dado de saúde é categoria especial pela LGPD (Lei 13.709/2018, Art. 11). Tratamento exige base legal específica — consentimento livre, informado e granular (Art. 11 I) ou tutela da saúde por profissional/serviço/autoridade sanitária (Art. 11 II "f"). Em clínica de Floripa, isso significa: formulário de agendamento com sintoma, anamnese pré-consulta digital, anexo de exame por upload, chat WhatsApp Business com queixa clínica — todos exigem termo granular, ROPA documentado, DPO/Encarregado nomeado e plano de resposta a incidente (Resolução ANPD nº 15/2024). Multa por incidente com dado sensível chega a 2% do faturamento da clínica, limite R$ 50 milhões por infração (LGPD Art. 52).

Cluster ACATE healthtech muda o padrão técnico esperado

A ACATE — Associação Catarinense de Tecnologia, com sede em Itacorubi — reúne mais de 2.000 empresas associadas no estado segundo o Tech Report 2024, e o vertical healthtech catarinense ganhou tração com Conexa Saúde (telemedicina nascida em Floripa, hoje uma das maiores do Brasil), iClinic (gestão clínica) e outras. Em uma capital onde o cluster tech define o que é "padrão moderno" de software, clínica com site lento, sem agenda integrada e sem app de teleconsulta perde paciente jovem pro concorrente que entende o mercado. Telemedicina virou ferramenta cotidiana — Resolução CFM 2.314/2022 regula em caráter definitivo teleconsulta, telediagnóstico e telemonitoramento.

Resumo citável: em Florianópolis, capital de aproximadamente 520 mil habitantes, sede do CRM-SC e centro de gravidade do cluster healthtech catarinense, site médico vence por combinar conformidade integral (CFM 1.974/2011 + LGPD Art. 11 + CFM 2.314/2022 telemedicina), integração com a agenda online já usada pela clínica e SEO local segmentado por bairro (Centro, Trindade, Itacorubi, Lagoa, Beira-Mar Norte, Coqueiros). Captação de paciente acontece quando o morador busca especialidade × bairro no Google ou em LLM — clínica com schema MedicalClinic estruturado e perfil de médico com CRM-SC verificável aparece na resposta.

Quando faz sentido investir em Floripa

Quando a clínica de Florianópolis precisa de site profissional — e quando o profile no Doctoralia ainda basta

Diagnóstico objetivo pra diretor clínico ou médico responsável técnico (RT) de Floripa decidir se este é o momento de redesign ou se o canal atual (marketplace de saúde + indicação de paciente antigo) ainda cobre. Critérios pensados pra realidade da capital — turismo médico no verão, paciente com poder aquisitivo na Lagoa/Beira-Mar, corpo clínico migrando entre HU-UFSC e consultório privado próprio.

Faz sentido investir agora se...

  1. Clínica quer ranquear pra "especialidade em Florianópolis"

    Cardiologia, dermatologia, ortopedia, ginecologia, psiquiatria, oftalmologia, pediatria — qualquer especialidade reconhecida pelo CFM com demanda particular ativa em Floripa. Paciente do Centro, Trindade, Itacorubi ou Lagoa busca "cardiologista Beira-Mar Norte" ou "dermatologista Itacorubi" no celular às 22h, lê 3 perfis e decide. Site com schema MedicalClinic + Physician verificável, Core Web Vitals verdes e agenda funcional em mobile aparece no top 3 — clínica sem isso fica fora.

  2. Corpo clínico do HU-UFSC ou hospitais privados quer captação própria

    Especialista que atende no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), Baía Sul Medical Center, Imperial Hospital de Caridade, SOS Cárdio ou Hospital de Caridade e tem consultório privado paralelo precisa de canal próprio fora da instituição. Site com biografia, RQE da subespecialidade, vínculo hospitalar mencionado (sem propaganda da instituição), agenda Doctoralia ou iClinic integrada e schema Physician completo monta autoridade individual — fundamental pra captação particular fora da agenda do hospital.

  3. Clínica atende turismo médico no verão catarinense

    Floripa recebe milhões de visitantes no verão (Santur reporta >15 milhões de turistas/ano em SC), e parte expressiva é classe média-alta paulistana, gaúcha e estrangeira (Argentina, Uruguai, Chile). Clínica de dermatologia estética, oftalmologia (cirurgia refrativa), ortopedia esportiva (lesão de surfe e trilha em Jurerê, Praia Mole, Lagoinha do Leste) ou check-up executivo captura esse fluxo com site bilíngue PT+EN/ES e SEO sazonal — "dermatologist Florianopolis" e "clinica dermatologia Floripa" disputam SERP de dezembro a março.

  4. Clínica oferece teleconsulta pra interior catarinense

    A Resolução CFM 2.314/2022 regulamentou em caráter definitivo a telemedicina no Brasil — teleconsulta, telediagnóstico, telemonitoramento, teletriagem. Especialista de Floripa que atende paciente do Oeste catarinense (Chapecó, Concórdia, Joaçaba), Meio-Oeste (Caçador, Videira) ou Vale do Itajaí (Blumenau, Brusque) via plataforma compatível (Conexa Saúde, iClinic Teleconsulta) amplia mercado em ordem de magnitude. Site precisa indicar modalidade, expor plataforma usada, vínculo do RT e fluxo de receita digital ICP-Brasil via Memed.

Pode esperar se...

  1. Profissional com agenda 100% via Doctoralia/BoaConsulta

    Médico de Floripa que capta paciente 100% via marketplace (Doctoralia reporta mais de 5 milhões de marcações por mês no Brasil) pode adiar site próprio. Trade-off: dependência total do canal, taxa por consulta agendada, sem relacionamento posterior controlado. Pra clínica solo recém-aberta no Centro ou na Trindade, profile bem feito + Google Business segura o início — investimento em site grande só se justifica quando há plano de longo prazo pra marca própria.

  2. Clínica satisfeita com paciente exclusivo de convênio empresarial

    Pequena clínica em Floripa que atende exclusivamente paciente de convênio empresarial (Unimed Grande Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico, Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Hapvida, Notre Dame Intermédica, Porto Saúde, Allianz, Omint, plano da Petrobras, Banco do Brasil, Eletrosul) e tem agenda lotada pela operadora não precisa de captação online ativa. Página simples (R$ 2.500-4.000) com endereço, equipe, convênios aceitos e telefone resolve.

  3. Especialista em início de carreira sem RQE definitivo

    Médico recém-formado em Floripa (UFSC, UniSul, Univali) que ainda aguarda registro definitivo do CRM-SC ou que está em residência médica/fellowship sem RQE da especialidade não pode anunciar especialidade no site (CFM 1.974/2011 art. 3º exige registro). Espera o registro sair antes de gastar com site dedicado — profile no Doctoralia/iClinic segura o início.

  4. Clínica em reestruturação societária ou troca de razão social

    Fusão com outra clínica catarinense, troca de razão social pendente, sócio médico se desligando pra abrir clínica própria. Em Floripa esse cenário é frequente — mercado maduro com migração entre HU-UFSC, hospitais privados e consultório próprio. Esperar 6-12 meses até a nova identidade se estabilizar evita refazer site duas vezes em um ano.

Faixas pra clínica em Florianópolis

Quanto custa site para clínica em Florianópolis — faixas por porte

Faixas reais de mercado pra projetos médicos em Floripa que cumprem Resolução CFM 1.974/2011 + LGPD Art. 11 + Resolução CFM 2.314/2022 (telemedicina), com SEO técnico embutido, schema MedicalClinic + Physician + MedicalSpecialty e integração com a agenda online já em uso (iClinic, Doctoralia, Feegow, BoaConsulta, Conexa Saúde). Capital com PIB per capita R$ 56.291 (IBGE 2021) e mercado privado consolidado — faixas levemente superiores ao interior catarinense por conta da complexidade típica (mais especialidades, integração com ERP de saúde premium, frequência maior de demanda bilíngue PT+EN/ES pra turismo médico). Hospedagem cloud entra por R$ 50/mês via Vercel + Neon após launch.

Modelos de cobrança

Projeto fechado

Modelo dominante pra clínica de Floripa com escopo claro. Páginas, especialidades, perfis de médico e integração de agenda fechados em contrato. Pagamento em três marcos (assinatura, design aprovado, deploy). Sem fatura surpresa no fim — proposta inicial é o que vai ser cobrado, com NFS-e ABRASF emitida do nosso sistema.

Sprint editorial pós-launch

Pra clínicas catarinenses que querem produção contínua de conteúdo educativo (artigos sazonais, "verão catarinense e cuidados com a pele", "lesão de surfe e ortopedia", "saúde mental no inverno do Sul") mas não têm tempo interno, contrato mensal de sprint editorial — Huios escreve com base em entrevista de 20-30min com o médico responsável, revisão técnica obrigatória antes de publicar. 4 artigos/mês.

Revisão de compliance CFM + LGPD

Discovery curto (2-4h, R$ 800-1.500) pra clínicas em Floripa que já têm site e querem auditoria de conformidade com Resolução CFM 1.974/2011, LGPD Art. 11 e Resolução CFM 2.314/2022. Sinalizamos copy fora dos limites, antes/depois mal contextualizado, formulário sem termo granular, pixel disparando antes de opt-in, estética desalinhada. Útil pra evitar sindicância no CRM-SC. Abatido se o cliente contratar o redesign.

Faixa por porte de projeto

03 formatos
P-015–10 dias

Clínica solo Florianópolis (1 médico, 1 especialidade)

R$ 2.500 – R$ 6.000

Médico autônomo ou consultório próprio em Floripa — cardiologista, dermatologista, ginecologista, pediatra, ortopedista, psiquiatra, oftalmologista. Site enxuto com biografia (graduação UFSC ou outra, residência, RQE quando aplicável), CRM-SC visível, agenda integrada com Doctoralia, iClinic ou BoaConsulta, WhatsApp Business, schema Physician. Base sólida pronta pra crescer quando o sócio quiser conteúdo regular.

P-024–8 semanas

Clínica média Floripa (3-8 médicos, multi-especialidade)

R$ 7.000 – R$ 16.000

Clínica em Centro, Trindade, Itacorubi, Lagoa, Beira-Mar Norte ou Coqueiros com corpo clínico variado, agenda compartilhada, múltiplos convênios (Unimed Grande Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico, Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Porto Saúde, Hapvida, Notre Dame Intermédica). Página por especialidade, perfil por médico com CRM-SC + RQE, integração Feegow ou iClinic Pro, formulário com termo LGPD granular, painel admin pra atualizar corpo clínico e convênios sem chamar dev.

P-038–14 semanas

Hospital pequeno / clínica grande Floripa (10+ médicos)

R$ 16.000 – R$ 38.000

Operação com múltiplas unidades físicas em Floripa (Centro + Trindade + Itacorubi, por exemplo), especialidades segmentadas, sujeita à ANVISA RDC 36/2013 e ANVISA RDC 50/2002, regras ANS quando opera plano próprio. Bilíngue PT+EN/ES pra turismo médico no verão (Argentina, Uruguai, Chile, paulistano). Painel admin completo, integração com ERP de saúde (MV, Philips Tasy, Tasy), área restrita pra paciente acompanhar exame, telemedicina CFM 2.314/2022 integrada (Conexa Saúde adjacente a Floripa). Stack Next.js 16 + Tailwind v4, schema completo.

Faixas cobrem código próprio (sem licença vitalícia), repositório no GitHub da CNPJ da clínica, deploy na conta Vercel do escritório, painel de edição pra publicar conteúdo educativo sem mexer em código, schema MedicalClinic + Physician + MedicalSpecialty + Speakable, política LGPD redigida pra interseção Art. 11 + sigilo médico, integração com 1 plataforma de agenda incluída e 30 dias de suporte pós-launch. NFS-e ABRASF emitida pela Prefeitura de Florianópolis com ISS-Floripa entre 2% e 5% conforme atividade (Lei Complementar Municipal 7/97). Integração adicional (ex: agenda própria + Doctoralia + Memed pra receita digital) entra como adicional cotado. Sigilo médico (art. 73 do Código de Ética Médica — Resolução CFM 2.217/2018) é cláusula padrão da proposta — Huios assina NDA antes do briefing detalhado, e o site não expõe dado de paciente, mesmo com autorização. DPO/Encarregado externo terceirizado (recomendação pra clínica solo/média): R$ 800-2.500/mês fora do escopo do site.

  1. Hub por especialidade com SEO local Floripa

    Cada especialidade ganha página-hub (/cardiologia, /dermatologia, /ortopedia, /ginecologia, /pediatria, /oftalmologia, /psiquiatria) com descrição técnica da especialidade reconhecida pelo CFM, condições tratadas, profissionais responsáveis com CRM-SC e RQE visíveis, tipos de exame, schema MedicalSpecialty linkado ao Physician e CTA "agendar consulta". Em Floripa, página por especialidade é o ativo SEO mais poderoso da clínica — "cardiologista Beira-Mar Norte", "dermatologista Trindade", "ginecologista Itacorubi" são long-tail de alta intenção e baixa concorrência relativa.

    • Hub descreve a especialidade e os tipos de demanda atendidos em Floripa
    • Cada hub linka pros perfis dos médicos daquela área no corpo clínico
    • Bairro de atuação (Centro, Trindade, Itacorubi, Lagoa, Beira-Mar) entra na copy de forma orgânica
    • Schema MedicalSpecialty + LocalBusiness + GeoCoordinates em cada hub
  2. Perfil por médico com CRM-SC verificável e RQE quando aplicável

    Foto profissional sóbria (jaleco quando aplicável, fundo neutro, sem pose de marketing), nome completo, especialidade reconhecida pelo CFM, número do CRM regional (formato CRM-SC XX.XXX), RQE (Registro de Qualificação de Especialista) pra cada subespecialidade — exigência do art. 3º do CFM 1.974/2011. Formação na UFSC, UniSul, Univali ou outras instituições, residência médica (HU-UFSC, Hospital de Clínicas SP, HCPA, INCOR, Sírio-Libanês), fellowships, publicações em periódicos indexados (PubMed, SciELO), idiomas. Schema Physician com identifier do CRM, alumniOf, memberOf apontando pra MedicalClinic. Sem títulos não reconhecidos pelo CFM.

  3. Agenda online integrada com plataforma já em uso

    Integração nativa com iClinic (gestão clínica + agenda), Doctoralia (marketplace #1 do Brasil — >5 mi marcações/mês), Feegow (gestão pra clínica média), BoaConsulta, Conexa Saúde (telemedicina, nascida em Floripa, adjacente ao cluster ACATE) ou agenda própria via API. Botão "agendar consulta" na home e em cada perfil de médico. Confirmação por e-mail e SMS, cancelamento e reagendamento self-service. Termo de consentimento LGPD granular no fluxo de cadastro: base legal preferencial "tutela da saúde" (Art. 11 II "f") ou consentimento explícito (Art. 11 I). Sem widget genérico que falha em 4G no mobile do paciente em sala de espera.

  4. Telemedicina CFM 2.314/2022 pronta de fábrica

    Se a clínica oferece teleconsulta (Floripa atende interior catarinense — Chapecó, Concórdia, Joaçaba, Blumenau — com frequência), o site precisa indicar a modalidade na página de cada médico que atende online, integrar com plataforma compatível (Conexa Saúde, iClinic Teleconsulta), expor o vínculo do médico RT e o fluxo de prescrição digital com assinatura ICP-Brasil via Memed. Informação clara ao paciente sobre limitações da modalidade — exigência da Resolução CFM 2.314/2022. Receita digital ICP-Brasil é mandatória pra dispensação em farmácia.

  5. Schema MedicalClinic + Physician + MedicalSpecialty completo

    JSON-LD com MedicalClinic na home (address Floripa com CEP completo, telephone +55 48, openingHoursSpecification, medicalSpecialty linkado, areaServed Florianópolis/SC, geo com GeoCoordinates), Physician em cada perfil de médico (identifier do CRM-SC, medicalSpecialty, memberOf, alumniOf), MedicalSpecialty nas páginas de especialidade, Hospital (subclasse de MedicalOrganization) quando aplicável. Em clínica multi-unidade Floripa (uma no Centro, outra na Trindade ou Itacorubi), cada unidade é uma MedicalClinic separada com NAP consistente. Google exibe rich snippet em busca local — horário, telefone e botão de direções direto na SERP.

  6. Google Business Profile categorizado e NAP consistente

    GBP da clínica em categoria primária correta ("Médico", "Clínica médica", "Clínica de [especialidade]", "Hospital" quando aplicável), endereço idêntico ao do site (NAP — name, address, phone — consistente entre site, GBP, Doctoralia, iClinic, BoaConsulta), foto da fachada na Beira-Mar Norte/Centro/Trindade/Itacorubi, atributos relevantes (acessibilidade, estacionamento próprio ou conveniado, atende criança, atende LGBT+, fala inglês/espanhol pra turismo médico). Avaliações respondidas em até 48h sem revelar dado clínico — sigilo médico se aplica também em resposta pública.

  7. Convênios aceitos com filtro por especialidade

    Lista atualizada de convênios — Unimed Grande Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico (cooperativa dominante na Capital), Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Hapvida, Notre Dame Intermédica, Porto Saúde, Allianz, Omint — com logos quando autorizado pela operadora. Filtro por especialidade (cardiologista atende Unimed + Bradesco, ortopedista só Unimed). Indicação se há reembolso pra particular. Atualização mensal — convênio descredenciado no ar gera ruptura de confiança e ticket na recepção. Em Floripa, Unimed Grande Florianópolis é referência regional e mover credenciamento exige tempo.

  8. Performance mobile e Core Web Vitals verdes

    Maioria das buscas por "médico perto de mim" em Floripa acontece no celular — paciente na sala de espera de outro local, no ônibus pra Trindade, no shopping da Beira-Mar. LCP <2,5s, INP <200ms, CLS <0,1. Imagem em AVIF/WebP, fontes auto-hospedadas, JS mínimo, Server Components Next.js 16 por padrão. Site lento perde paciente pro concorrente no Google Maps que carrega primeiro. Em capital com cluster tech ACATE definindo o padrão de qualidade percebida, site clínico lento sinaliza descuido institucional.

  9. GEO embutido pra captação em LLM

    Em 2026, paciente de Floripa pergunta ao ChatGPT "qual cardiologista bom em Florianópolis pra check-up?". Clínica com FAQPage estruturado, Speakable em parágrafos answer-first, chunks 50-150 palavras autossuficientes e quotations literais (CFM 1.974/2011, LGPD Art. 11, CFM 2.314/2022) é citada na resposta. Técnicas validadas no paper Aggarwal et al. (KDD 2024, arxiv.org/abs/2404.13947): Quotation Addition +41%, Statistics Addition +32%, Cite Sources +30%. Embutimos no escopo padrão sem cruzar Manual de Publicidade Médica.

  10. Compliance LGPD Art. 11 + sigilo médico integrados

    Política de privacidade redigida pra interseção LGPD Art. 11 (dado de saúde) + sigilo médico art. 73 do Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018). DPO/Encarregado identificado (interno ou terceirizado — recomendação R$ 800-2.500/mês pra clínica solo/média), ROPA documentado, canal do titular ativo, fluxo de exclusão de dados, plano de resposta a incidente conforme Resolução ANPD nº 15/2024. Cookies só os estritamente necessários — Consent Mode v2 bloqueia pixel Meta/GA4 até opt-in (pixel disparando antes do consentimento revela especialidade sensível pra plataforma terceira, configurando vazamento de dado sensível).

Limites CFM-SC

O que o CFM 1.974/2011 proíbe — checklist pra clínica em Floripa

A Resolução CFM 1.974/2011 e o Manual de Publicidade Médica do CFM regulam o que pode e não pode aparecer no site de clínica. O CRM-SC, com sede em Florianópolis, tem Tribunal de Ética e Disciplina ativo e fiscalização rotineira — site fora do limite vira sindicância ética rapidamente, com sanção de advertência a suspensão. O médico responsável técnico (RT) responde solidariamente, junto com cada médico do corpo clínico citado. Os blocos abaixo são o que mais aparece em sites mal feitos da capital.

Vedado pelo CFM 1.974/2011 (publicidade médica)

  • Garantia de cura, resultado ou melhora

    Frases como "garantimos sua recuperação", "tratamento 100% eficaz pra [condição]", "cura definitiva da [doença]", "você vai sair sem dor". Medicina não admite garantia — todo procedimento tem chance de complicação. Substituir por linguagem técnica: "indicado pra [condição] conforme protocolo X", "estudos mostram eficácia de Y% em [contexto restrito]". Caso recente do CRM-SP envolveu clínica de Floripa por copy de site com promessa de resultado — sindicância arquivada após retirada da peça.

  • Antes/depois sem contexto técnico restrito

    Foto antes/depois de procedimento estético (cirurgia plástica em clínica de Itacorubi, harmonização facial na Beira-Mar Norte), ortodôntico ou dermatológico fora de contexto científico restrito é vedada. Manual de Publicidade Médica é literal: imagem que "possa induzir o paciente a engano" é proibida. Exceção narrow: publicação em periódico científico revisado por pares, congresso médico, material didático com finalidade educacional clara e consentimento expresso do paciente envolvido (LGPD Art. 11 + Código de Ética Médica art. 75). No site institucional pra captação em Floripa: vetado.

  • Auto-promoção sensacionalista e superlativos

    "Melhor cardiologista de Florianópolis", "referência absoluta em dermatologia no Sul", "especialista número 1 em ortopedia esportiva da Lagoa", "técnica revolucionária exclusiva no SOS Cárdio". CFM proíbe linguagem que sugira superioridade não comprovada cientificamente. Substituir por descrição factual: "Especialista em cardiologia desde 2010", "Atua em dermatologia no Imperial Hospital de Caridade", "Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)". O Manual de Publicidade Médica do CFM resume: "a publicidade médica deve obedecer aos princípios da honestidade, decoro, veracidade, responsabilidade, dignidade e respeito à pessoa humana".

  • Honorário como atrativo comercial

    Banner "consulta por R$ 50", "30% OFF em check-up", "primeira consulta gratuita em Floripa", "parcele em 12x sem juros". O art. 8º do CFM 1.974/2011 veda mercantilização do serviço médico — preço pode aparecer em página específica de transparência, nunca como gatilho na home. Em Floripa, com mercado privado de poder aquisitivo médio-alto na Beira-Mar/Lagoa/Centro, exibir preço como gancho sinaliza desalinhamento profissional e ainda comunica desespero de pipeline.

  • Técnica experimental como rotina

    Procedimento que ainda está em fase de pesquisa clínica não pode ser ofertado como serviço regular. Se a clínica de Floripa participa de estudo (HU-UFSC tem hospital universitário federal com protocolos de pesquisa ativos), deve indicar isso e os critérios de inclusão — não vender como "tratamento de ponta exclusivo". O Conselho Nacional de Saúde (Resolução 466/2012) e a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) regulam — site institucional precisa respeitar fronteira.

  • Comparação com outras clínicas ou médicos

    "Diferente das outras clínicas de Floripa", "ao contrário do Baía Sul, aqui...", "mais experiente que os ortopedistas do Imperial", "única clínica de Floripa com [técnica]". Proibido pelo CFM 1.974/2011 e pelo Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018, art. 36). Concorrência se faz por qualidade do atendimento, não por desqualificação de colega de profissão. Em Floripa, com corpo clínico migrando entre HU-UFSC, Baía Sul, Imperial, SOS Cárdio e Caridade, comparação atinge colega que talvez atue também na sua clínica em outro turno.

Bandeiras LGPD Art. 11 (dado de saúde sensível)

  • Formulário coletando sintoma sem termo granular

    Campo "descreva seu sintoma" ou "qual condição você tem" sem checkbox de consentimento explícito e específico viola LGPD Art. 11. A Lei 13.709/2018 é literal: "o tratamento de dados pessoais sensíveis somente poderá ocorrer quando o titular ou seu responsável legal consentir, de forma específica e destacada, para finalidades específicas" (Art. 11, I). Termo genérico "concordo com a política" não basta — precisa ser granular (consulta ≠ marketing ≠ pesquisa clínica) e destacado visualmente.

  • WhatsApp coletando ficha clínica em chat

    Paciente manda foto de exame, sintoma e dúvida no WhatsApp da clínica sem aviso prévio sobre tratamento desse dado. Logs do WhatsApp Business são dado pessoal sensível em mãos da clínica de Floripa — precisam de política de retenção definida, base legal (tutela da saúde, Art. 11 II "f"), canal pro titular ativo e contrato de operador com a Meta Platforms (caso interessante: WhatsApp roda em servidor da Meta, configurando transferência internacional de dado sensível — ANPD já se manifestou sobre o tema).

  • Anexo de exame em formulário sem criptografia

    Upload de PDF/imagem de exame em formulário web sem HTTPS ou armazenamento criptografado expõe dado sensível. Bucket S3 público com exames de paciente é cenário real que já gerou multa ANPD em outras unidades federativas. Mínimo: HTTPS em toda navegação, storage privado (Vercel Blob com link assinado, S3 com pre-signed URL, Cloudflare R2 privado), link com expiração curta, criptografia em trânsito e em repouso.

  • Pixel de Ads disparando antes do consentimento

    Pixel Meta Ads/GA4 disparando antes de o paciente consentir uso pra marketing — em clínica de Floripa, isso pode revelar interesse em especialidade sensível (psiquiatria, ginecologia, oncologia, urologia) pra plataforma terceira. Configura tratamento de dado sensível sem base legal. Consent Mode v2 com bloqueio de pixel até opt-in é mandatório. Em capital com cluster ACATE atento ao tema, é provável que ANPD escolha clínicas catarinenses pra fiscalização piloto.

O que pode ser feito sem medo em Floripa

  • Divulgação de especialidade com CRM-SC e RQE

    Especialidade reconhecida pelo CFM e registrada no CRM-SC, RQE da subespecialidade quando aplicável, formação acadêmica (UFSC, UniSul, Univali, Estácio ou outras), residência médica (HU-UFSC, Hospital de Clínicas SP, HCPA, INCOR), fellowships, mestrado, doutorado, publicações em periódicos indexados (PubMed, SciELO, Lancet, JAMA). Quanto mais denso e auditável, melhor — é informação técnica permitida pelo art. 3º do CFM 1.974/2011 e gera autoridade verificável pra Google e LLMs.

  • Conteúdo educativo nominal revisado por médico

    Blog médico com artigos sobre prevenção, sintomas e exames — escritos ou revisados por médico do corpo clínico, com autoria nominal (CRM-SC + RQE). Não substitui consulta, não dá diagnóstico, não recomenda medicação. Em Floripa, artigos sobre "cuidados com a pele no verão catarinense", "lesão de surfe em Praia Mole/Joaquina e atendimento ortopédico", "check-up cardiológico pós-40", "saúde mental no inverno do Sul" capturam tráfego sazonal qualificado. Conforme o art. 3º do CFM 1.974/2011, é integralmente permitido.

  • Participação em sociedade médica e vínculo hospitalar

    Listar membership em Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Ortopedia (SBOT), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Associação Médica Brasileira (AMB) é integralmente permitido. Vínculo hospitalar com HU-UFSC, Baía Sul, Imperial, SOS Cárdio ou Caridade pode ser citado como informação curricular — sem usar logo da instituição como prova social comercial.

  • Contato profissional e CTA discreto

    Formulário de contato, endereço da clínica em Centro/Trindade/Itacorubi/Lagoa/Beira-Mar Norte/Coqueiros com CEP e ponto de referência, telefone fixo +55 48 + WhatsApp Business com mensagem pré-formatada, e-mail institucional. Linguagem neutra: "Agendar consulta", "Saber mais sobre a especialidade", "Localização e horários" — diferente de "fale agora com um médico em Floripa" ou "agende grátis sua consulta". Aviso claro que canais não são pra emergência — em caso de urgência, ligar 192 (SAMU) ou ir ao PA do HU-UFSC, Imperial ou Baía Sul.

Como a Huios entrega site médico em Floripa

Do briefing com diretor clínico ao launch — cinco etapas

Processo adaptado pra rotina de clínica em Florianópolis: reunião curta (médico responsável técnico tem agenda de atendimento), devolutivas escritas pra evitar dispersão, revisão CFM do copy antes do deploy (sem isso não publicamos). Reunião presencial pontual em Floripa viável pra projetos ≥ R$ 20k — viagem desde Pelotas via BR-101, sem repasse de diária. Pra projetos menores, tudo remoto via Google Meet.

  1. Briefing com diretor clínico ou médico RT

    1 reunião (60min)

    Reunião de 60 minutos com diretor clínico ou médico responsável técnico (RT) — exigência da legislação sanitária pra todo estabelecimento de saúde, conforme ANVISA RDC 36/2013 e RDC 50/2002. Mapeamos especialidades atendidas (com RQE de cada médico), corpo clínico atual, convênios aceitos (Unimed Grande Florianópolis, Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Hapvida, Notre Dame Intermédica, Porto Saúde), plataforma de agenda em uso (iClinic, Doctoralia, Feegow, BoaConsulta, Conexa Saúde ou agenda própria), perfil do paciente-tipo, bairro de atuação (Centro/Trindade/Itacorubi/Lagoa/Beira-Mar/Coqueiros), oferta de teleconsulta. Saímos com escopo macro e faixa de preço.

  2. Proposta com revisão deontológica CFM 1.974/2011

    2–5 dias úteis

    Proposta detalhada em 2-3 dias úteis com lista de páginas, hubs de especialidade, estrutura de perfil por médico, plano editorial inicial, integração de agenda, cronograma e preço fechado. Toda copy proposta é revisada quanto à Resolução CFM 1.974/2011, Manual de Publicidade Médica do CFM, Resolução CFM 2.314/2022 (telemedicina) e Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018) antes de chegar à clínica — sem garantia de cura, sem antes/depois descontextualizado, sem comparação com outras clínicas de Floripa, sem honorário como atrativo. Cliente recebe proposta pronta pra assinar sem precisar reescrever texto.

  3. Design e copy com validação CFM pelo RT

    2–8 semanas

    Design no Figma com paleta sóbria (azul-marinho médico, verde-clínico ou branco institucional), tipografia legível pra paciente idoso (Source Serif, Inter, Lora), foto profissional do corpo clínico (jaleco quando aplicável, fundo neutro, sem pose de marketing). Fotos reais do espaço físico (recepção, sala de espera, consultórios) — não banco de imagem genérico. Conteúdo das especialidades escrito pela Huios com base em entrevista de 30min com o médico responsável por cada área. Cada bloco de texto passa por checklist CFM 1.974/2011 antes de ser entregue ao médico RT. Nada vai pro código antes do RT aprovar o texto e a citação técnica — proteção contra erro que destrói credibilidade na primeira leitura por colega da OAB-SC ou CRM-SC.

  4. Desenvolvimento, integrações e configuração LGPD

    2–6 semanas (sobrepõe design)

    Código em Next.js 16 App Router + React 19 Server Components + Tailwind v4, repositório GitHub na CNPJ da clínica. Integração com a agenda escolhida (widget embed pra iClinic/Feegow/Conexa, API pra agenda própria, deep link pra Doctoralia/BoaConsulta). Configuração de WhatsApp Business com mensagem pré-formatada por especialidade. Schema MedicalClinic + Physician + MedicalSpecialty + BreadcrumbList + Speakable, validados via Schema.org Validator e Rich Results Test do Google. Política de privacidade citando explicitamente LGPD Art. 11, termo de consentimento granular nos formulários, Consent Mode v2 bloqueando pixel Meta/GA4 até opt-in, ROPA básica documentada, canal do titular ativo.

  5. Deploy, indexação, GBP e treino da recepção

    3–5 dias úteis

    Site sobe na conta Vercel da clínica, domínio configurado, SSL ativo, Search Console + GA4 + Bing Webmaster conectados. Google Business Profile vinculado e categorizado ("Médico", "Clínica médica", "Clínica de [especialidade]"), NAP consistente entre site/GBP/Doctoralia/iClinic. Treino de 45min com a equipe da recepção sobre como responder lead que chega pelo WhatsApp ou formulário (sem revelar dado clínico em chat público, sigilo médico se aplica ao recepcionista também), atualizar corpo clínico e convênios no painel. Suporte de 30 dias pós-launch.

309 · Dúvidas

fig. FT-309

Perguntas frequentes — site para clínicas em Florianópolis

O que diretor clínico e médico responsável técnico (RT) de clínicas em Florianópolis perguntam antes de contratar um site médico. Respostas ancoradas em Resolução CFM 1.974/2011, Manual de Publicidade Médica, LGPD (Lei 13.709/2018), Resolução CFM 2.314/2022 (telemedicina) e Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018).

01Site para clínica em Florianópolis pode mesmo divulgar especialidade e corpo clínico?

Sim, com critério. O art. 3º da Resolução CFM 1.974/2011 é literal: "permite-se a divulgação dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação, desde que devidamente reconhecidos pelo CFM e registrados no Conselho Regional." Isso significa que cada médico do corpo clínico pode aparecer com CRM-SC, especialidade reconhecida, RQE da subespecialidade quando aplicável, formação na UFSC/UniSul/Univali ou outras instituições, residência no HU-UFSC ou outros hospitais e publicações em periódicos indexados. O que o CFM veda (art. 5º e seguintes) é garantia de resultado, antes/depois sem contexto, auto-promoção sensacionalista, comparação com outras clínicas, honorário como atrativo e mercantilização. Site bem feito em Floripa comunica autoridade técnica dentro desses limites.

02Quanto custa um site para clínica em Florianópolis em 2026?

Faixa real de mercado em Floripa: clínica solo com 1 médico R$ 2.500–6.000 em 5-10 dias; clínica média com 3-8 médicos, multi-especialidade e agenda online integrada R$ 7.000–16.000 em 4-8 semanas; clínica grande ou hospital pequeno com 10+ médicos, múltiplas unidades, telemedicina e bilíngue R$ 16.000–38.000 em 8-14 semanas. Conformidade CFM 1.974/2011, LGPD Art. 11 e CFM 2.314/2022 entram em todas as faixas — não são adicionais. Hospedagem cloud Vercel + Neon por R$ 50/mês após launch. ISS-Floripa entre 2% e 5% conforme atividade (Lei Complementar Municipal 7/97) está embutido na NFS-e ABRASF emitida pela Prefeitura.

03O que o CRM-SC fiscaliza no site de uma clínica em Florianópolis?

O CRM-SC tem sede em Florianópolis e Tribunal de Ética e Disciplina ativo — fiscaliza diretamente publicidade médica em todo o estado conforme Resolução CFM 1.974/2011 e Manual de Publicidade Médica do CFM. Em site de clínica catarinense, são vedados: garantia de cura ("tratamento 100% eficaz"), antes/depois de procedimento sem contexto técnico restrito, auto-promoção sensacionalista ("melhor dermatologista de Floripa"), promoção/desconto ("consulta R$ 99 na Trindade"), técnica experimental apresentada como rotina, comparação com colegas. Permitido: especialidade reconhecida + CRM-SC + RQE, formação acadêmica, conteúdo educativo nominal revisado por médico, participação em sociedade médica (SBC, SBD, SBOT, SBP), vínculo hospitalar (HU-UFSC, Baía Sul, Imperial, SOS Cárdio, Caridade) como informação curricular.

04Por que LGPD é diferente pra clínica do que pra empresa comum?

Dado de saúde é categoria especial pela LGPD Art. 11 — regime mais rigoroso que dado pessoal comum do Art. 7º. Base legal preferencial é consentimento livre, informado e granular (Art. 11 I) ou tutela da saúde por profissional/serviço/autoridade sanitária (Art. 11 II "f"). Toda coleta — formulário de agendamento com sintoma, anamnese pré-consulta, anexo de exame por upload, chat WhatsApp com queixa — exige termo granular, ROPA documentado, canal do titular ativo, DPO/Encarregado nomeado e plano de resposta a incidente conforme Resolução ANPD nº 15/2024. Multa por incidente com dado sensível pode chegar a 2% do faturamento da clínica, limite R$ 50 milhões por infração (LGPD Art. 52). A clínica responde solidariamente com o operador — agência que entrega site sem essas camadas vira passivo.

05Florianópolis tem demanda real pra telemedicina via site?

Tem, em duas vertentes. Primeira: especialista de Floripa atende paciente do interior catarinense (Oeste — Chapecó, Concórdia, Joaçaba; Vale do Itajaí — Blumenau, Brusque; Meio-Oeste — Caçador, Videira) via teleconsulta com Conexa Saúde (plataforma nascida em Floripa, adjacente ao cluster ACATE) ou iClinic Teleconsulta. Segunda: paciente da capital com agenda apertada (executivo, professor universitário, pessoa idosa com mobilidade reduzida) prefere consulta de retorno por vídeo. A Resolução CFM 2.314/2022 regulamentou em caráter definitivo teleconsulta, telediagnóstico, telemonitoramento e teletriagem. Site precisa indicar a modalidade, integrar plataforma compatível, expor vínculo do RT e fluxo de receita digital ICP-Brasil via Memed.

06Posso publicar foto ou caso de paciente no site da clínica em Floripa?

Não, por dois motivos. Primeiro, sigilo médico — art. 73 do Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018): informação sobre paciente é protegida mesmo com autorização. Segundo, LGPD Art. 11 — dado de saúde é categoria especial, e foto/caso de paciente expõe condição clínica identificável. Antes/depois de procedimento estético na home é triplo problema: viola CFM 1.974/2011 (publicidade enganosa), Código de Ética Médica e LGPD. Casos públicos recentes em CRM-SP, CRM-RJ e CRM-MG geraram advertência. O que pode: foto profissional do corpo clínico (com consentimento do médico), foto do espaço físico (sem paciente), conteúdo educativo geral sem identificação de caso.

07Como integrar a agenda do iClinic, Doctoralia ou Conexa no site da clínica?

Quatro caminhos comuns em Floripa. (1) Widget embed oficial — iClinic, Feegow e Conexa Saúde fornecem iframe pra plugar no site, atualização em tempo real, simples e robusto. (2) Integração via API — pra clínicas que querem UX customizada e disponibilidade exibida na home, exige dev custom mas entrega experiência superior. (3) Deep link — botão "agendar" leva ao profile da clínica no Doctoralia ou BoaConsulta, modelo simples pra quem usa marketplace como canal principal. (4) Agenda própria via Prisma + API — pra hospital pequeno com ERP MV ou Philips Tasy interno. Escolha depende de qual plataforma o corpo clínico opera. Doctoralia reporta mais de 5 milhões de marcações por mês no Brasil — capilaridade real.

08Que schema JSON-LD um site de clínica em Florianópolis precisa ter?

Combinação mínima: MedicalClinic na home com address Floripa (CEP completo, bairro — Centro, Trindade, Itacorubi, Lagoa, Beira-Mar Norte ou Coqueiros), telephone +55 48, openingHoursSpecification, medicalSpecialty linkado, areaServed Florianópolis/SC e geo com GeoCoordinates; Physician em cada perfil de médico com identifier do CRM-SC (formato CRM-SC XX.XXX), medicalSpecialty, memberOf apontando pra MedicalClinic, alumniOf com a formação (UFSC/UniSul/Univali), sameAs apontando pra perfil CNJ-CFM e Lattes; MedicalSpecialty nas páginas de especialidade; Hospital (subclasse de MedicalOrganization) quando aplicável; FAQPage em páginas com perguntas; BreadcrumbList global; Speakable nos primeiros parágrafos answer-first. Schema correto e enxuto vale mais que doze tipos empilhados — Google ignora ruído.

Próximo passo · Florianópolis

Conte sobre a clínica em Floripa. Proposta em 24h úteis, dentro do CFM e da LGPD.

Reunião curta (60 minutos) com o diretor clínico ou médico responsável técnico (RT) — Google Meet ou presencial no escritório no Centro, Trindade, Itacorubi, Lagoa, Beira-Mar Norte ou Coqueiros. Saímos com escopo de páginas, integração com a agenda online já em uso (iClinic, Doctoralia, Feegow, BoaConsulta, Conexa Saúde) e faixa de preço aberta. Toda copy revisada pra Resolução CFM 1.974/2011, LGPD Art. 11 e CFM 2.314/2022 antes de chegar à clínica. NDA padrão assinado antes do briefing detalhado — sigilo médico estendido ao fornecedor (Código de Ética Médica art. 73). Sem repasse de diária em projetos ≥ R$ 20k.

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