Perguntas frequentes — site para clínicas em São Paulo
O que diretores clínicos, médicos responsáveis técnicos e administradores de clínicas em São Paulo perguntam antes de contratar um site médico. Respostas ancoradas em Resolução CFM 1.974/2011, Manual de Publicidade Médica do CFM, Resolução CFM 2.314/2022 (telemedicina), Código de Ética Médica, LGPD (Lei 13.709/2018) e regulamentação CRM-SP local.
01Site para clínica em São Paulo pode divulgar especialidade médica e corpo clínico?
Sim. A Resolução CFM 1.974/2011 é literal no art. 3º: "permite-se a divulgação dos títulos de especialista e certificados de áreas de atuação, desde que devidamente reconhecidos pelo CFM e registrados no Conselho Regional". Em SP, isso significa CRM-SP ativo + RQE quando há subespecialidade. Permitido também: formação acadêmica (graduação, residência, mestrado, doutorado, fellowships), áreas de atuação, contato profissional, agenda online, conteúdo educativo nominal. Vedado pelo Manual de Publicidade Médica: garantia de cura, antes/depois fora de contexto científico restrito, auto-promoção sensacionalista, comparação com colegas e mercantilização. Site bem feito em SP comunica autoridade técnica dentro desses limites — é exatamente o que o CRM-SP incentiva.
02Quanto custa um site para clínica em São Paulo em 2026?
Faixa real de mercado em SP: consultório solo (até 5 páginas, 1-2 especialidades) R$ 3.000–7.000 em 5-10 dias; clínica média 3-8 médicos com agenda online integrada R$ 10.000–22.000 em 4-8 semanas; hospital pequeno ou multi-unidade, bilíngue PT+EN pra turismo médico, integração com ERP de saúde (MV, Philips Tasy) e área restrita de paciente R$ 22.000–55.000 em 8-14 semanas. Hospedagem cloud entra por R$ 50/mês depois do launch. NFS-e ISS-SP emitida pela Prefeitura de São Paulo está embutida. Faixa varia conforme número de especialidades, profundidade do conteúdo educativo, idiomas, integrações com sistema interno e modalidade (presencial, híbrido com teleconsulta, multi-unidade).
03O que a Resolução CFM 1.974/2011 e o Manual de Publicidade Médica proíbem em site de clínica de SP?
A Resolução CFM 1.974/2011 e o Manual de Publicidade Médica do CFM proíbem em site de clínica paulistana: garantia de cura ou resultado ("tratamento 100% eficaz em SP"), antes/depois de procedimento sem contexto técnico restrito, auto-promoção sensacionalista ("melhor clínica de cardiologia da capital"), promoção/desconto como atrativo comercial ("consulta por R$ 99 no Itaim", "Black Friday médica"), técnica experimental apresentada como rotina, comparação com outros médicos ou clínicas da capital. Permitido: especialidade reconhecida pelo CFM e registrada no CRM-SP (RQE quando há subespecialidade), formação acadêmica completa, áreas de atuação detalhadas, participação em sociedades de especialidade (SBC, SBD, SBOT, FEBRASGO), contato profissional discreto. Em SP, sede do maior CRM regional, fiscalização da Câmara de Divulgação de Assuntos Médicos é particularmente ativa.
04Como ranquear no Google em São Paulo com 180 mil médicos na concorrência?
Não é por outdoor digital — é por SEO de conteúdo educativo aprofundado e SEO local segmentado por bairro. Paciente potencial em SP pesquisa dúvida específica ("teleconsulta vale receita controlada SP", "ginecologista que atende Bradesco no Itaim Bibi", "check-up Einstein quanto custa", "dermatologista perto de mim Higienópolis"), encontra peça educativa nominal escrita ou revisada por médico do corpo clínico, identifica o autor como referência no tema e entra em contato. É captação consultiva, não comercial — respeita CFM 1.974/2011 e funciona melhor que ads. Em 180 mil médicos disputando SERP do CRM-SP, SEO técnico embutido (Core Web Vitals verdes, schema MedicalClinic + Physician, Speakable) e produção editorial constante são pré-requisitos de elegibilidade — não diferencial. Saúde é categoria YMYL: Google aplica inspeção manual mais frequente, qualidade do conteúdo importa em dobro.
05Posso publicar nome de paciente, foto ou case clínico em SP?
Não, por dois motivos. Primeiro, sigilo médico — art. 73 do Código de Ética Médica e arts. 73-75 também — dado clínico é protegido, mesmo com autorização escrita do paciente em muitos contextos. Segundo, exibir vitória clínica obtida (cirurgia bem-sucedida, perda de peso, melhora estética) como prova de competência aproxima-se da promessa de resultado vedada pela Resolução CFM 1.974/2011. O que pode: discutir publicamente prevenção, sintomas e exames em página educativa nominal, citar literatura científica relevante, escrever sobre tese controvertida em revista médica indexada. Caso concreto identificável de paciente fica fora — sempre. A LGPD Art. 11 reforça: dado de paciente é dado pessoal sensível e tem proteção redobrada, com multa ANPD podendo chegar a 2% do faturamento da clínica (limite R$ 50 mi por infração, Art. 52).
06O CRM-SP sede em São Paulo fiscaliza site de clínica da capital ativamente?
A Câmara de Divulgação de Assuntos Médicos do CRM-SP é uma das mais ativas do Brasil — proximidade com a maior densidade médica do país intensifica representações e fiscalização. Site fora da Resolução CFM 1.974/2011 vira sindicância ética rapidamente em SP, especialmente em especialidades com histórico de violação (dermatologia estética, cirurgia plástica, ortodontia, medicina ortomolecular não reconhecida pelo CFM). Por isso revisamos toda copy antes de subir — médico responsável técnico recebe proposta pronta sem precisar reescrever, e cobrimos auditoria de compliance pra clínicas que já têm site e querem confirmar conformidade antes de receber notificação. Discovery curto de 2-4h (R$ 1.000-2.000) resolve.
07Site médico em SP precisa suportar teleconsulta (CFM 2.314/2022)?
Depende do modelo da clínica. A Resolução CFM 2.314/2022 regulamentou em caráter definitivo a telemedicina no Brasil — teleconsulta, telediagnóstico, telemonitoramento, teletriagem. Em SP, capital com healthtechs nativas em telemedicina (Conexa Saúde, Dr. Consulta, Alice, Hi Technologies), modelo híbrido (presencial + remoto) virou padrão pós-pandemia em várias especialidades. Se a clínica oferece teleconsulta, o site precisa: (1) indicar a modalidade na página de cada médico que atende online, (2) integrar plataforma compatível (Conexa Saúde, iClinic Teleconsulta, Memed Empresas), (3) expor o fluxo de prescrição digital com assinatura ICP-Brasil via Memed (que processa mais de 100 milhões de prescrições anuais no Brasil), (4) informar o paciente sobre limitações da modalidade conforme exige a Resolução. Se a clínica só atende presencial, o site pode dispensar o módulo.
08Que schema JSON-LD um site de clínica em São Paulo precisa ter?
Combinação mínima: MedicalClinic (não apenas LocalBusiness genérico) no Organization principal, com endereço completo da unidade em SP, telephone, openingHoursSpecification, medicalSpecialty linkado, areaServed e geo com GeoCoordinates; Physician pra cada médico do corpo clínico com sameAs (Lattes, ORCID, ResearchGate, CRM-SP portal, LinkedIn), knowsAbout (áreas de especialização), jobTitle e identifier com o número do CRM; MedicalSpecialty nas páginas de especialidade; Hospital (subclasse de MedicalOrganization) quando aplicável; Article + Person no autor de cada peça educativa; FAQPage em páginas que tenham perguntas frequentes; BreadcrumbList global; Speakable nos primeiros parágrafos answer-first pra captura em Google Assistant, ChatGPT, Perplexity e AI Overview. Schema correto e enxuto vale mais que doze tipos diferentes empilhados — Google ignora ruído. Em saúde (YMYL), schema bem estruturado ativa rich snippets em busca local — "cardiologista perto de mim Itaim" mostra horário e telefone direto na SERP.