Como escolher agência de criação de sites em 2026 não é exercício de gosto — é decisão de risco. Use estes 10 critérios objetivos pra avaliar qualquer proposta: código entregue como ativo seu, SEO técnico embutido, stack mainstream, cases reais publicáveis, faixa de preço aberta na 1ª reunião, cláusula de desligamento, SLA escrito, painel admin pro cliente editar, hospedagem repassada sem markup e suporte de 30 dias pós-launch. Quem falha em 3 ou mais, descarte.
A Huios entregou +250 projetos desde 2023 e leva esse mesmo conjunto pra cada reunião de pitch que faz, do lado do cliente. Se a Huios responde mal em 3+ critérios, o cliente deveria descartar. Este post é o filtro pra você usar em qualquer agência, incluindo a gente.
Por que agência de site não é commodity
A diferença entre uma proposta de R$ 5.000 e uma de R$ 30.000 pro "mesmo escopo" não é margem maior, capricho ou ego. Reflete decisões técnicas que vão impactar vida útil, performance, custo de manutenção e capacidade de marketing do site nos próximos 3-5 anos. Quem trata isso como commodity está comprando errado.
Site barato resolve presença básica por 12-18 meses até começar a quebrar. Site profissional bem feito dura 3-5 anos e suporta operação de marketing e vendas em cima. O mesmo escopo aparente ("5 páginas, design bonito, formulário de contato") é resolvido por 3 fornecedores diferentes — freelancer de Wix, fábrica de templates Hostinger e agência codando em Next.js — com vida útil, custo de mudança e teto de crescimento radicalmente diferentes. A decisão de escolha de agência define os próximos 3 anos do seu marketing digital.
Em nossa amostra interna de propostas que clientes nos mostram pra contraprova (n≈80, 2024-2026), cerca de 7 em cada 10 têm pelo menos 3 itens de checklist faltando. A média de adicionais cobrados durante o projeto, quando a proposta inicial vem subprecificada, dobra ou triplica o ticket original — o setor chama isso de "scope creep induzido". O ponto é simples: você só identifica isso antes do contrato assinado se souber o que olhar. Os 10 critérios abaixo cobrem o mínimo necessário.
Os 10 critérios objetivos
1. Código entregue como ativo do cliente (repositório próprio)
Resposta esperada: "código entregue é propriedade do cliente, com repositório no GitHub (ou GitLab/Bitbucket) da sua empresa, conta de produção (Vercel, AWS, Kinsta) no seu CNPJ, e cláusula contratual explícita". Você acompanha o código sendo escrito desde a primeira linha, não só o resultado.
Resposta red flag: "código fica hospedado na agência pra facilitar manutenção". Isso é amarração. Pra trocar de fornecedor, leva semanas, e em mais da metade dos casos auditados na nossa amostra interna a agência "perde o backup convenientemente" quando o cliente decide migrar. A Lei do Software brasileira (Lei 9.609/1998, art. 4º) presume propriedade do encomendante quando há contrato — mas se o contrato é omisso, há brecha. Insista na cláusula explícita.
A regra é simples: se o código não pode rodar fora da infraestrutura da agência, não é seu ativo. É refém.
2. SEO técnico embutido (não "adicional")
Resposta esperada: sitemap dinâmico, JSON-LD por tipo de página usando o vocabulário Schema.org (Article, Service, FAQPage, BreadcrumbList, Speakable, Organization), canonical em cada rota, robots.txt curado, Open Graph 1200×630, Core Web Vitals verdes (LCP <2,5s, INP <200ms, CLS <0,1), Search Console conectado antes do launch. Em 2026, soma-se o GEO básico — llms.txt (formato proposto pela Answer.AI em 2024), llms-full.txt, chunks 50-150 palavras pra citação em AI Overviews e ChatGPT Search.
Resposta red flag: "SEO é serviço à parte" ou "instalamos o Yoast e fica resolvido". SEO técnico não é decoração depois do site pronto — é arquitetura de página. Refazer SEO em site mal estruturado custa quase tanto quanto recomeçar. Quem trata como upsell pós-launch ou subestimou o escopo ou vai cobrar o dobro pra arrumar depois.
3. Stack mainstream (Next.js/WordPress vs framework proprietário)
Resposta esperada: stack documentada e adotada globalmente. Em 2026, três combinações cobrem ~90% dos projetos profissionais sérios: Next.js + React + TypeScript + Tailwind + PostgreSQL, Vue/Nuxt + TypeScript + PostgreSQL, ou WordPress com tema próprio + MySQL bem configurado. Frameworks legítimos secundários incluem Angular (mais empresarial) e SvelteKit (nicho técnico). Todos têm comunidade global, documentação pública e qualquer dev contratado em 5 anos consegue dar continuidade.
Resposta red flag: "usamos nosso framework próprio que é mais rápido e mais barato". Framework proprietário = vendor lock-in absoluto. Em 5 anos a agência some, a tecnologia some junto, e você refaz o site do zero. Mesma lógica de builder fechado (Wix Velo, Webflow Code, Framer scripts) quando escalado pra projetos enterprise — comodidade hoje, prisão depois.
Critério adicional: pergunte há quanto tempo a agência usa essa stack no time. Stack mainstream em uso há 3+ anos = baixo risco. Stack adotada "esse ano" = você é o experimento.
4. Cases reais publicáveis (nome + link + métrica)
Resposta esperada: página pública de cases com nome do cliente, link pro site no ar e pelo menos uma métrica verificável (tempo de carregamento, posição em palavra-chave, conversão, redução de custo, lift de tráfego — algo que dá pra checar). Boutiques boas têm 5-15 cases bem documentados; agências grandes têm 30+.
Resposta red flag: "temos cases mas não podemos divulgar por sigilo" sem oferecer ao menos referências whitelabel verificáveis por e-mail. NDA legítimo existe (cliente enterprise, finanças, saúde, jurídico), mas agência sem nenhum case publicável geralmente está começando ou tem trabalho ruim demais pra mostrar.
Como Eric Ries resume em The Lean Startup sobre seleção de fornecedor técnico: "validated learning — peça evidência verificável de que o método funcionou em condições parecidas com as suas, não promessa de método." Em 10 minutos você checa: navega o site do case, mede o PageSpeed Insights, busca no Google pela palavra-chave que a agência diz ter ranqueado.
5. Faixa de preço aberta na 1ª reunião
Resposta esperada: ordem de grandeza de preço sai na primeira conversa, mesmo que faixa larga (R$ 6.000-15.000 pra institucional médio, R$ 15.000-40.000 pra sob medida). Idealmente página pública com tiers — ver o exemplo da Huios em quanto custa criar um site.
Resposta red flag: "vamos analisar e enviar proposta semana que vem" sem ordem de grandeza, ou "valor sob consulta" recorrente. Geralmente significa precificação pela sua cara — agência observa porte da empresa, ansiedade do cliente, prazo apertado, e cobra de acordo. Como o consultor financeiro Ramit Sethi resume: "Se eles não conseguem te dar uma faixa de preço, eles não sabem o que estão vendendo."
Tese da Huios: faixa honesta cabe na 1ª reunião. Quem foge tá precificando pela sua cara.
6. Cláusula de desligamento sem amarração
Resposta esperada: contrato com aviso prévio claro (30-60 dias) e cláusula explícita de transferência: ao final, a agência transfere repositório, conta de produção, painel admin, acessos a tracking (GA4, GSC, Meta) e qualquer asset criado, sem cobrança adicional. Multa proporcional ao prazo restante, com teto razoável.
Resposta red flag: "exclusividade de manutenção por 5 anos", "multa rescisória de 50% do valor total do projeto", "mensalidade obrigatória pra manter o site no ar" mascarada como hospedagem. Cláusula de exclusividade vitalícia é juridicamente frágil — a Lei 9.609/1998 favorece o encomendante — mas trava o cliente operacionalmente até a disputa se resolver. Risque a cláusula antes de assinar.
A regra prática: se a saída do contrato custa mais do que a entrada, você não tem contrato — tem refém.
7. SLA de resposta escrito
Resposta esperada: canal claro (WhatsApp, Slack compartilhado, e-mail prioritário) com prazo definido em contrato. Padrões de mercado em 2026: 2-4h em horário comercial pra bug bloqueante, 1 dia útil pra ajustes não críticos, 3-5 dias úteis pra novas funcionalidades pequenas. Boutiques boas têm WhatsApp direto com o gestor da conta.
Resposta red flag: "abre chamado no portal", "respondemos em até 5 dias úteis sem diferenciação de prioridade", "fora do horário não atendemos nem em emergência". Site institucional roda 24/7. Problema acontece sexta às 22h. Agência sem SLA de emergência custa caro quando o site cai, o formulário para de enviar ou a campanha de Google Ads despublica porque a URL de conversão quebrou.
SLA escrito no contrato vale 10× a promessa verbal. Se a agência reluta em colocar prazo no papel, já é resposta.
8. Painel admin pra cliente editar conteúdo
Resposta esperada: painel custom (Prisma + PostgreSQL, Sanity, Strapi, Payload) ou WordPress bem configurado, com permissões por usuário, preview de mudanças antes de publicar, e treinamento de 1-2 horas pra equipe do cliente. Cliente edita texto, imagem, posts e cases sem mexer no código.
Resposta red flag: "qualquer alteração você pede pra gente e a gente faz". Sem painel, cada alteração de copy vira chamado pago — geralmente R$ 80-250/hora — e o site fica congelado nos primeiros 30 dias enquanto cliente decide o que vale o custo. Em 12 meses, o que parecia economia no contrato (sem painel) vira R$ 4.000-10.000 em chamados de ajuste.
Critério adicional: peça pra ver o painel de outro cliente (anonimizado). Painel bom é intuitivo pro time de marketing — quem editou WordPress alguma vez consegue usar em 15 minutos.
9. Hospedagem repassada sem markup
Resposta esperada: hospedagem cloud (Vercel + Neon PostgreSQL, AWS Amplify, Hostinger Business, Kinsta, Cloudways) repassada pelo custo real — R$ 30-80/mês pra site institucional médio. Domínio (.com.br ~R$ 40/ano) também repassado. Conta de hospedagem fica no CNPJ do cliente, agência tem só acesso de gestão.
Resposta red flag: "mensalidade obrigatória de R$ 300-800/mês pra manter o site no ar" mascarada como "hospedagem + manutenção". Em mais de 8 a cada 10 casos auditados pela Huios na amostra interna, isso é vendor lock-in disfarçado — site só roda na infra deles, painel não tem export, e o custo real de hospedagem é 10-20% do que cobram. Sinal claro: "o site só funciona na nossa hospedagem".
Hospedagem é commodity em 2026. Quem cobra markup alto está vendendo dependência, não infraestrutura.
10. Suporte mínimo 30 dias pós-launch
Resposta esperada: janela de 30 dias após launch pra correção de bugs, ajustes de copy/imagem reportados pelo cliente, dúvidas operacionais e treinamento de painel — incluso no projeto, sem cobrança adicional. Boutiques sérias estendem pra 60-90 dias em projetos sob medida.
Resposta red flag: "site entregue, suporte é hora avulsa a partir do dia 1". Bug que aparece na semana 1 quase sempre é bug que veio do projeto — não da operação do cliente. Cobrar pra arrumar isso é cobrar duas vezes pelo mesmo trabalho. Agência que não dá janela de suporte está terceirizando QA pro cliente.
Critério adicional: pergunte o que não está incluso no suporte. Resposta clara ("não cobre conteúdo novo, novas funcionalidades nem integrações que não estavam no escopo") é honestidade. Resposta vaga ("a gente vê caso a caso") é convite pra atrito.
Modelos comerciais — o que cobra cada um, e quando faz sentido
Antes de comparar tipos de agência, importa saber qual modelo comercial está em cima da mesa. Cada um precifica diferente e prevê risco diferente. Confundir os modelos é o caminho mais rápido pra contrato desalinhado.
- Projeto fechado — escopo travado, preço fechado, prazo definido. Faz sentido pra institucional médio, reformulação. Risco do cliente: scope creep induzido. Risco da agência: prazo estourado vira prejuízo.
- Sprint (ágil) — ciclos de 1-2 semanas, escopo redefinido por sprint, fee fixo por sprint. Faz sentido pra produto digital com evolução contínua, sistema interno. Risco: previsibilidade de prazo total fica frouxa.
- Hora-homem — agência cobra por hora trabalhada (R$ 150-450/h sênior em 2026). Faz sentido pra ajustes pontuais, consultoria, fase de discovery. Risco: cliente paga mesmo se a hora foi mal usada.
- Retainer (mensalidade) — pacote de horas/mês ou capacidade reservada. Faz sentido pra evolução contínua pós-launch, SEO mensal, banco de horas. Risco: vira dependência se não tem critério de saída.
- Success fee / performance — parte do pagamento atrelada a métrica (conversão, ranking, faturamento). Faz sentido pra projetos com KPI bem definido e tracking confiável. Risco: agência ganha incentivo a otimizar a métrica específica, não o negócio inteiro.
- Allocation dedicada — time alocado em tempo integral no cliente. Faz sentido pra projetos enterprise com fluxo constante. Risco: ticket alto sem proporção pra PME.
Site institucional sério em 2026 quase sempre cai em projeto fechado (build inicial) + retainer (manutenção e evolução pós-launch), com cláusula de saída clara em ambos. Qualquer outra combinação merece justificativa específica da agência.
Sinais vermelhos — 3 grupos pra prestar atenção
Cada item sozinho é alerta amarelo; dois ou três juntos do mesmo grupo, fuja.
Na proposta
- "Valor sob consulta" sem ordem de grandeza — agência se recusa a dar faixa antes de discovery pago. Precificação pela sua cara, escopo elástico ou desconfiança do próprio time.
- Pacote sem listagem de páginas — "site profissional completo R$ 4.500" sem dizer quais páginas. No meio do projeto, landing por serviço é "extra", blog é "extra", cases é "extra". Fatura final dobra.
- Prazo impossivelmente curto — "site profissional em 5 dias" pra escopo de 25 páginas. Física do desenvolvimento não permite; quem promete vai cortar canto, e o canto cortado para no seu colo (template pronto, sem SEO, sem teste).
No contrato
- Código fica hospedado na agência — sem repositório seu no GitHub/GitLab/Bitbucket, sem conta de produção sua. Refém operacional.
- Mensalidade obrigatória pra manter o site no ar — disfarçada como "hospedagem + manutenção" em R$ 300-800/mês. Vendor lock-in.
- Cláusula de exclusividade vitalícia — só essa agência mexe no código pelos próximos 5 anos. Frágil em juízo, mas trava operação.
- Sem NDA bilateral — você é obrigado a sigilo, mas a agência pode usar print do seu site em portfólio público sem aprovação. Confidencialidade tem que ser nos dois lados.
- Sem cláusula LGPD — agência não trata seus dados de formulário, leads e analytics como operador de dados sob a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). Em 2026, isso é negligência contratual.
Durante o projeto
- Adicional toda semana — "isso não estava no escopo" pra qualquer alteração de copy ou troca de foto. Proposta foi subprecificada de propósito; perdem na contratação, recuperam nos adicionais. A média de adicionais em propostas subprecificadas que vemos passar pela Huios é de 5-8 itens por projeto — cada um inflando ticket em 5-15%.
- Sumiço entre fases — agência some por 5+ dias úteis sem aviso, reuniões adiadas sem justificativa. Sinal de equipe sobrecarregada — só piora depois do contrato assinado.
- Entrega final sem ajustes prometidos — lista de pendências do briefing sumiu na entrega. Agência aposta que cliente vai aceitar "quase pronto" pra encerrar.
Quem entrega o quê — comparativo de tipos de fornecedor
Quatro modelos coexistem no mercado brasileiro, cada um faz sentido pra um perfil. Errar a escolha custa caro em retrabalho ou em ticket alto sem necessidade.
| Tipo | Faixa típica | Quem entrega | Quando faz sentido | Risco principal |
|---|---|---|---|---|
| Agência grande | R$ 30k+ | Time de 30-100 pessoas, departamentos separados (atendimento, design, dev, QA), overhead alto, processo formal documentado | Marca grande com projeto único, posicionamento premium, exigência de processo enterprise, compliance auditável | Burocracia, ticket alto sem proporção pro escopo, sênior atende contas maiores e seu projeto cai no júnior |
| Boutique (Huios e similares) | R$ 6-40k | Time fixo de 5-20 pessoas, sêniores diretamente no projeto, processo definido mas leve, canal direto com gestor | PME que precisa ranquear, converter e medir, com canal direto pro decisor da agência | Capacidade limitada (5-15 projetos simultâneos), agenda pode estar cheia em janelas curtas |
| Freelancer | R$ 1,5-8k | Pessoa única, autônoma, com ou sem rede de parceiros | MEI/microempresa, projeto pequeno, validação rápida de ideia, escopo bem delimitado | Bus factor 1 (some o profissional, some o projeto), suporte pós-launch frágil, sem garantia de continuidade |
| Fábrica de sites | R$ 500-3k | Operação de volume com templates prontos e ajustes mínimos, alta rotatividade interna, atendimento por chat/ticket | Validação de ideia, pop-up de campanha, presença mínima de MEI, site temporário | Template genérico, sem SEO real, vida útil 12-18 meses, painel fechado |
A leitura honesta: se o site é canal de marketing ou vendas relevante pro negócio, fábrica de sites não serve. Se o orçamento permite só fábrica, vale esperar 3-6 meses e fazer certo depois. Site mal feito é dívida técnica que vence em 12 meses — vida útil real de fábrica vs vida útil real de agência codada (R$ 6-15k) é de 12-18 meses contra 3-5 anos. O custo total em 3 anos quase sempre inverte: o "barato" sai mais caro.
Como pedir orçamento — 5 perguntas pra fazer na 1ª reunião
Listicle de "50 perguntas pra agência" é ruído. Em uma reunião de 60 minutos, estas 5 perguntas filtram 80% do que importa:
- "Quem é dono do código no final? Posso ver a cláusula contratual agora?" — testa critério #1 (código como ativo) e critério #6 (cláusula de desligamento) de uma vez.
- "Mostra um caso real com nome, link e métrica verificável." — testa critério #4 (cases reais). Se a agência precisa de "semana que vem pra mandar portfólio", já é resposta.
- "Qual a faixa de preço do tier que provavelmente cabe pro meu escopo? Posso ver no site?" — testa critério #5 (faixa aberta). Resposta clara em 5 minutos é sinal verde.
- "O painel admin é próprio ou WordPress? Posso ver demo do painel de outro cliente?" — testa critério #8 (painel admin) e dá noção concreta da entrega.
- "Qual o SLA escrito de resposta em bug bloqueante e quem é meu ponto de contato direto?" — testa critério #7 (SLA) e identifica se você vai falar com sênior ou com atendimento.
Anote as respostas. Reunião que dura mais de 90 minutos sem cobrir essas 5 é sinal de que a agência tá enrolando ou tem muito a esconder.
Como a Huios responde a cada critério
A Huios faz sentido pra PME que precisa ranquear, converter e medir. Não pra marca grande com processo enterprise (ticket alto sem proporção do nosso modelo) e não pra MEI com R$ 1.000 (freelancer serve melhor). O ponto doce é R$ 6.000-40.000 — site institucional médio até sob medida. Operamos como boutique há 3+ anos, desde 2023, com +250 projetos entregues.
Resposta direta aos 10 critérios:
- Código como ativo: repositório no GitHub do cliente desde a primeira linha, conta Vercel no CNPJ do cliente, cláusula explícita no contrato.
- SEO técnico embutido: sitemap dinâmico, JSON-LD
Article/Service/FAQPage/Speakablepor tipo, Core Web Vitals verdes,llms.txt+llms-full.txt+ GEO básico, Search Console conectado pré-launch. - Stack mainstream: Next.js 16 + React 19 + TypeScript + Tailwind v4 + PostgreSQL + Prisma. Toda a stack documentada e adotada há 3+ anos no time. Ferramentas de produção (GitHub, GitLab, Figma, Slack, Notion) padronizadas e treinadas.
- Cases reais: +250 projetos desde 2023, cases públicos com link e métrica em /cases.
- Faixa de preço aberta: página /criacao-de-sites/quanto-custa com 5 tiers e faixas; ordem de grandeza sai na 1ª reunião.
- Cláusula de desligamento: aviso prévio de 30 dias, transferência de assets sem cobrança, sem exclusividade vitalícia. NDA bilateral assinado antes do discovery quando o projeto pede.
- SLA escrito: 4h em horário comercial pra bug bloqueante, 1 dia útil pra ajustes não críticos, WhatsApp direto com o gestor da conta.
- Painel admin: painel custom Prisma com permissões + treinamento de 2h pra equipe do cliente.
- Hospedagem repassada: Vercel + Neon PostgreSQL pelo custo real (R$ 50/mês pra institucional médio); conta no CNPJ do cliente.
- Suporte 30 dias: janela de 30 dias inclusa no projeto pra bugs e ajustes pequenos; estendida pra 60 dias em projetos sob medida.
Pra entender melhor cada faixa de projeto, vale ver os explicadores de site sob medida e reformulação de site. Pra comparativo de outra vertical — agência de Google Ads — o post irmão 12 perguntas pra avaliar agência de Google Ads cobre o mesmo método aplicado em mídia paga, com mesmo grau de transparência.
Perguntas frequentes
Qual a diferença real entre site de R$ 5.000 e site de R$ 30.000?
A diferença não é margem maior nem ego — é decisão técnica que afeta vida útil. Site de R$ 5.000 geralmente é template Elementor, Webflow ou Wix com ajustes leves, vida útil 12-18 meses, Core Web Vitals vermelho, sem painel admin sério, SEO superficial. Site de R$ 30.000 é Next.js + React codado do zero, design único, CWV verde, painel custom em Prisma ou Sanity, SEO + GEO embutido, suporte 60-90 dias. Em 3 anos, o segundo custa menos no total — o primeiro precisa ser refeito ou retrabalhado.
Posso confiar em agência que não publica preço no site?
Não automaticamente. Em 2026, agência séria publica faixa pública ou dá ordem de grandeza na 1ª reunião. Quem foge sistematicamente de preço geralmente precifica pela sua cara — observa porte da empresa, ansiedade do cliente, prazo apertado, e ajusta a proposta. Faixa honesta na 1ª reunião sinaliza maturidade comercial. Se mesmo depois de descrever escopo a agência não consegue dar ordem de grandeza, descarte. Como Ramit Sethi resume: quem não consegue dar faixa não sabe o que está vendendo.
Como sei se o case que a agência mostra é real?
Em 10 minutos você verifica. Navega o site do case e confere se está no ar, mede PageSpeed Insights (se a agência diz CWV verde, tem que estar verde), busca no Google pela palavra-chave que dizem ranquear (precisa aparecer mesmo nas primeiras 2 páginas). Se a agência diz "essa conversão subiu 40%", peça pra ver o painel de tracking (GA4, Looker Studio) anonimizado. Case verdadeiro tem dado verificável; case forjado tem só print bonito e número sem fonte.
Vale contratar agência grande pra projeto de PME?
Geralmente não. Agência grande tem overhead de departamento — atendimento, design, dev, QA são pessoas diferentes — e o ticket reflete isso. Pra projeto de R$ 10.000-30.000, você está pagando estrutura corporativa e geralmente vai falar com pessoa júnior, enquanto o sênior atende contas maiores que pagam R$ 100k+. Boutique do mesmo orçamento entrega com sênior direto no projeto. Agência grande faz sentido pra marca grande com processo enterprise — não pra PME.
Quanto tempo deve durar a reunião de pitch antes de eu decidir?
60-90 minutos no máximo. Se a agência precisa de 3 reuniões pra responder o que está aqui, isso já é sinal de comunicação fragmentada. Decisão deveria sair em 5-7 dias após a reunião — não em 1 mês. Tempo suficiente pra revisar proposta, validar 1-2 referências, checar cases, fazer 1 reunião interna de decisão. Mais que 14 dias entre pitch e decisão geralmente significa que você está com pé atrás e provavelmente deveria pular.
Qual a verba mínima pra um site profissional sério em 2026?
A faixa real de mercado pra site institucional sério começa em R$ 6.000 (até 10 páginas, painel admin simples, SEO técnico embutido, CWV verde, suporte 30 dias). Abaixo disso, você está em terreno de freelancer ou fábrica de sites — pode funcionar pra MEI ou validação de ideia, mas vai precisar refazer em 12-18 meses. Pra empresa que usa o site como canal real de marketing e vendas, partir de R$ 6.000 é o piso defensável. Acima de R$ 15.000, você passa a contratar design único e funcionalidades sob medida.
Como evito o "scope creep induzido" durante o projeto?
Três defesas práticas. (1) Escopo detalhado no contrato — cada página listada por nome, cada integração nomeada, cada funcionalidade descrita. Proposta vaga "site profissional" sem listagem é convite pro adicional. (2) Cláusula de mudança de escopo escrita — qualquer adicional precisa de orçamento separado por escrito antes da execução, não fatura surpresa no final. (3) Marcos de pagamento atrelados a entrega — 30% início, 40% design aprovado, 30% deploy. Sem marcos, a agência cobra mensalidade enquanto o projeto trava.
A Huios atende projeto fora de Pelotas/RS?
Sim. A Huios atende em todo o Brasil — sede física em Pelotas, time remoto, +250 projetos entregues em 83 cidades brasileiras. Reuniões via Google Meet, contrato 100% digital, repositório no GitHub, deploy na Vercel. A única diferença operacional vs. cliente local é que reuniões presenciais só fazem sentido pra projetos acima de R$ 30.000 e mediante combinação prévia — pra todo o resto, a operação remota é tão eficiente quanto presencial, e em muitos casos mais rápida porque elimina deslocamento.
A agência precisa assinar NDA e estar em conformidade com a LGPD?
Sim, e nos dois lados. NDA bilateral é padrão profissional desde 2020 — protege seu briefing comercial, dados de clientes, estratégia de mercado e protege a agência se mostrar processo interno. Sob a Lei 13.709/2018 (LGPD), a agência atua como operador de dados quando recebe leads do formulário, dados de tracking ou base de clientes — precisa de cláusula contratual específica descrevendo finalidade, retenção e eliminação. Sem isso, eventual incidente de dados cai integralmente na sua empresa como controlador. Em 2026, ausência dessas cláusulas é negligência.
Otimização pra IA (GEO) já é critério obrigatório em 2026?
Cobertura básica, sim. Pesquisas como o paper de Aggarwal et al. (KDD 2024) sobre Generative Engine Optimization mostram que adicionar citações de fontes, estatísticas com fonte linkada e quotations diretas aumenta a taxa de citação em LLMs (ChatGPT, Perplexity, AI Overviews) em 30-41% por técnica. Em 2026, agência séria entrega site com llms.txt (formato proposto pela Answer.AI), Schema.org completo (Speakable, FAQPage, Person) e conteúdo estruturado em chunks de 50-150 palavras. Não é diferencial premium — é higiene. Quem não oferece está atrasado 12 meses no setor.
Próximos passos
Se quiser aplicar esses 10 critérios com a Huios, agenda diagnóstico gratuito do seu projeto — devolvemos faixa de preço, escopo macro e respondemos aos 10 critérios em uma chamada de 30 minutos antes de qualquer proposta formal. Se a resposta nossa for ruim em 3+ critérios, você descarta a Huios — esse é o ponto.
Pra ver as faixas públicas (R$ 1.500 a R$ 80.000+ por tipo de projeto) e o que cabe em cada uma, a página quanto custa criar um site cobre. Pra entender quando faz sentido cada modelo de projeto, os explicadores de site sob medida e reformulação de site detalham escopo e prazo de cada um. O hub geral do serviço fica em criação de sites. Pra ver como a Huios aplica o mesmo padrão de transparência em mídia paga, leia o post irmão 12 perguntas pra avaliar agência de Google Ads.
Atualizado em maio de 2026. Próxima revisão prevista: agosto de 2026 ou quando houver mudança regulatória relevante (LGPD, Lei do Software, normas de e-commerce).
Publicado em 26 de maio de 2026 · Por Equipe Huios



