Ajuste pontual (1-5 dias)
Correção cirúrgica sem mexer na estrutura: trocar foto, ajustar texto, corrigir bug de mobile, instalar GA4, adicionar formulário. R$ 500–2.500. Não muda layout, não migra plataforma, não impacta SEO.
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Reformulação de site bem feita preserva o SEO conquistado, moderniza a stack pra Core Web Vitals verde, fecha brechas de segurança do plugin abandonado e devolve conversão. Mal feita, derruba tráfego orgânico por 3 a 6 meses e queima autoridade construída em anos — segundo a SEMrush, 1 em cada 3 migrações de site perde mais de 20% do tráfego orgânico nos primeiros 60 dias. A diferença está no plano de migração: mapa de redirects 301 página-a-página, preservação de URLs ranqueadas, sitemap dinâmico submetido no cutover e Search Console acompanhado diariamente. Mais de 250 projetos entregues pela Huios em 11 anos.
O que é reformulação
Reformulação de site (também chamada site migration ou replatforming) é a reconstrução estruturada de um site existente preservando o que funciona — SEO, URLs ranqueadas, link equity, conteúdo aprovado — e substituindo o que está quebrado: stack, design, performance, tracking. Difere de redesign (só visual) e de ajuste pontual (só correção): prazo, preço e risco mudam por ordem de grandeza.
Ajuste pontual (1-5 dias)
Correção cirúrgica sem mexer na estrutura: trocar foto, ajustar texto, corrigir bug de mobile, instalar GA4, adicionar formulário. R$ 500–2.500. Não muda layout, não migra plataforma, não impacta SEO.
Redesign visual (2-4 semanas)
Mantém estrutura, URLs e plataforma. Troca identidade visual, tipografia, paleta, componentes. Pode ganhar CWV se substituir biblioteca pesada, mas o foco é estética + conversão. Sem migração — risco de SEO baixo.
Reformulação completa (4-10 semanas)
Reconstrução: nova stack (Next.js no lugar de WP, ou WP modernizado), nova IA, painel admin novo, SEO técnico do zero, tracking refeito. Pode trocar URLs — e aí o mapa de redirects 301 vira o ponto mais crítico do projeto.
Reforma + migração de plataforma (6-12 semanas)
Escopo máximo. Sai do WordPress + Elementor pro Next.js + Prisma, ou do Wix pra plataforma sob medida. Envolve export de conteúdo, mapeamento URL antiga → nova, validação de schema, dois ambientes em paralelo (staging com URL nova + produção com URL antiga) até o cutover.
Cliente que pede "só uma reformuladinha" geralmente quer redesign + ajuste de performance — escopo de 2-4 semanas, não de 3 meses. Diagnóstico inicial honesto economiza orçamento e prazo: às vezes a resposta certa é ajuste, não reforma. Quando o objetivo é tráfego orgânico novo (não apenas preservar o existente), o caminho é combinar reforma com programa editorial — ver <a href="/criacao-de-sites/site-com-seo">site com SEO</a>. Quando a stack vai ser realmente trocada (WordPress → Next.js), os ganhos de Core Web Vitals e segurança aparecem em <a href="/criacao-de-sites/site-em-nextjs">site em Next.js</a>. Para entender faixas por tipo de projeto antes da reforma, leia também <a href="/criacao-de-sites/quanto-custa">quanto custa um site profissional</a>.
Diagnóstico
Reformulação não tem idade fixa — site de 2021 pode estar saudável, site de 2024 pode estar quebrado. O gatilho é sintoma observável, não tempo de vida. Se três ou mais dos sinais abaixo aparecem, a reforma já está atrasada.
LCP acima de 4 segundos no mobile, INP acima de 500ms ou CLS acima de 0.25. Aparece como "Não atende" no relatório do Search Console em "Experiência na página".
Site WordPress com tema pesado + 14 plugins + sem cache: LCP 5.8s, INP 720ms. Google rebaixou nas posições 11-20 e o tráfego caiu 35% em 4 meses sem ninguém entender o motivo.
Botão sem espaço pra dedo, texto fora da tela, menu hamburguer que não fecha, formulário sem teclado certo. Aparece em "Usabilidade móvel" do Search Console como erro.
Site institucional respondia 68% do tráfego no mobile, mas o formulário de contato precisava zoom pra preencher. Conversão mobile era 0.4% — depois da reforma com mobile-first, subiu pra 2.7%.
Pra trocar uma foto ou publicar um post, precisa abrir chamado com a agência ou mexer no FTP. Equipe interna depende do dev pra qualquer alteração mínima de conteúdo.
Site institucional sem CMS: marketing precisava esperar 5 dias úteis pra trocar banner de promoção. Resultado — banner promocional ficava genérico o ano inteiro, e a equipe parou de pedir mudanças.
WordPress avisa "plugin X não foi atualizado em mais de 2 anos", tema comprado num marketplace que sumiu, Elementor versão 2.x preso porque update quebra layout. Alertas de segurança ignorados.
Site com plugin de formulário abandonado virou porta de entrada de spam bot — 8.000 envios falsos por mês, equipe de vendas perdeu tempo filtrando. Plugin não recebia patch há 14 meses.
Carrossel home rotativo, fontes pixeladas, ícones de estoque genéricos, paleta de cores saturada, sem dark mode, sem animação sutil. Cliente que entra pelo Google compara com concorrente moderno e sai em 8 segundos.
Empresa B2B no segmento de imóveis tinha site de 2016 — bounce rate 78%, tempo médio 22s. Concorrente direto modernizou em 2024 e começou a fechar leads que iam pra empresa anterior.
GA Universal ainda instalado (descontinuado em julho/2023), Meta Pixel sem eventos custom, GTM com 4 tags duplicadas disparando o mesmo conversion, formulário sem submit event. Marketing decide cego.
Cliente investia R$ 12k/mês em Google Ads e Meta Ads, mas não conseguia atribuir leads ao canal certo — eventos de conversão duplicados estavam contando 3x cada lead. ROAS aparente era 4.2, real era 1.4.
Rich Results Test do Google retorna "nenhuma estrutura detectada", links compartilhados no WhatsApp/LinkedIn aparecem sem imagem nem descrição, FAQ não vira accordion no SERP, breadcrumb não aparece embaixo do resultado.
Páginas de serviço apareciam no Google só como link azul + descrição, enquanto concorrente exibia FAQ expansível direto no SERP e ganhava 2x mais cliques na mesma posição. Schema FAQPage adicionado na reforma elevou CTR de 4.1% pra 9.3%.
Sessões orgânicas mantidas ou crescendo, mas leads não escalam. Funil quebra entre página de serviço e formulário, ou entre formulário e WhatsApp. CTR alto, conversion rate baixo.
Tráfego orgânico subiu de 8.400 pra 14.200 sessões/mês em 6 meses, mas leads ficaram parados em 35/mês. Pós-reforma com CTAs reposicionados, formulário em 2 etapas e WhatsApp pré-formatado: 92 leads/mês com o mesmo tráfego.
Faixas de reformulação
Faixa real de mercado pra reformulação no Brasil. Difere de site novo porque inclui auditoria do site atual, mapa de redirects e validação pós-cutover — itens que não existem em projeto greenfield. Hospedagem cloud (Vercel + Neon) entra por R$ 50/mês depois do launch, sem markup.
Reforma estética
Mantém estrutura, plataforma e URLs. Troca identidade visual, tipografia, componentes, paleta. Sem migração, sem mapa de redirects extenso (poucos ajustes só). Modelo dominante quando o site funciona bem mas o design envelheceu.
Reforma completa
Stack nova ou modernização profunda da existente, painel admin, SEO técnico refeito, tracking novo. Pode envolver troca parcial de URLs (com mapa 301) e reorganização da IA. Modelo dominante pra empresas que vão investir em mídia paga ou SEO orgânico nos próximos 12-24 meses.
Reforma + migração de plataforma
WordPress legado → Next.js + Prisma, ou Wix → solução sob medida. Maior risco e maior ganho — performance, segurança e flexibilidade saltam, mas o mapa de redirects vira o componente mais sensível do projeto. Modelo recomendado quando a plataforma atual é o gargalo (ou a vulnerabilidade) principal.
R$ 3.000 – R$ 8.000
Site funciona, ranqueia ok, mas design envelheceu. URLs e arquitetura preservadas. Sem mudança de plataforma, sem mapa extenso de redirects.
R$ 8.000 – R$ 25.000
Empresa quer rebuild com painel admin, SEO técnico do zero, tracking refeito, possivelmente IA nova. Pode envolver troca parcial de URLs com mapa 301.
R$ 15.000 – R$ 45.000
Migração WP → Next.js, Wix → sob medida, ou stack legada → moderna. Mapa de redirects extenso, staging em paralelo, validação rigorosa pré-cutover.
Faixa cobre auditoria inicial, design, código, mapa de redirects, deploy, smoke test e 30 dias de monitoramento pós-launch. Repositório no GitHub do cliente, conta Vercel/AWS dele — sem vendor lock-in. Reforma de emergência (site comprometido por malware, plugin que quebrou layout, hospedagem fora do ar) sai por sprint quinzenal cobrado por hora.
Exemplos de antes/depois
Antes: site WP com tema Avada de 2018, fontes Google CDN, paleta marrom-cinza, sem dark mode, CTA pequeno. Depois: mesmo conteúdo e URLs, tipografia Inter/Sora local, paleta atualizada, componentes Tailwind, CTAs reposicionados, micro-animação no scroll. LCP cai de 3.4s pra 2.1s só pela troca de tema. Sem mapa de redirects.
Antes: WP + Elementor com 12 plugins, sem schema, GA Universal, formulário Contact Form 7 sem evento de conversão. Depois: WP modernizado (ou migrado pra Next.js) com schema FAQPage/Service/Organization, sitemap dinâmico, GA4 + GTM + Meta Pixel server-side, formulário em 2 etapas, WhatsApp pré-formatado por página, painel admin se ainda não tinha. Mapa de 30-80 redirects 301.
Antes: WP 5.x + Elementor + tema fora de suporte + plugin de cache desatualizado + PHP 7.4. CWV vermelho, vulnerabilidades abertas, painel lento. Depois: Next.js 16 + Prisma + Postgres (Neon) + deploy Vercel, painel admin custom, sitemap + JSON-LD + llms.txt pra GEO, tracking server-side, staging em paralelo por 14 dias, mapa de 100-500 redirects, smoke test de 50 URLs. CWV verde, sem dependência de plugin terceiro.
Site comprometido por injeção de script ou quebrado por update mal feito de plugin. Sprint quinzenal cobrado por hora (R$ 180-250/h), começo em 24-72h. Limpamos o site, fechamos vulnerabilidade temporariamente, e em seguida abrimos discussão de reforma planejada. Tampão emergencial não substitui reforma — só compra tempo.
Empresa de serviços com 60-300 posts de blog antigos. Reforma preserva todos os posts ranqueados, reescreve top 20 com brief atualizado (page-audit + content-brief), reorganiza taxonomia em clusters, instala Schema Article + BreadcrumbList. Mapa de redirects pra posts descontinuados (sempre pro cluster pai equivalente, nunca home). Resultado típico: +35% sessões orgânicas em 90 dias pós-launch.
Rodar Screaming Frog, Sitebulb ou Lumar (ex-DeepCrawl) no domínio inteiro pra extrair todas as URLs indexadas — tipicamente entre 80 e 3.000 em sites institucionais, até 50.000+ em e-commerce. Cruzar com Search Console "Páginas" pra pegar URLs que ranqueiam mas não estão no sitemap. Capturar CWV baseline (LCP, INP, CLS) por rota com Lighthouse CI ou web.dev/measure. Capturar backlink profile com Ahrefs ou SEMrush — URLs com mais referring domains entram na lista de "não mexer". Lista resultante é o input do mapa de redirects.
Cada URL antiga precisa ter destino explícito (server-side redirect 301, não 302 — 302 é temporário e não passa link equity completo). Quando o conteúdo migra direto, redirect 1:1. Quando a página antiga foi descontinuada, redirect pra o equivalente mais próximo (não pra home — Google trata redirect-pra-home como soft 404). Validar ausência de redirect chain (no máximo 1 hop) e redirect loop (A → B → A) com Screaming Frog.
Se /blog/marketing-digital-para-pme ranqueia top 3 em keyword principal, a URL não muda — nem na reforma. Mexer em URL ranqueada exige redirect 301, e mesmo 301 perde 5-15% do link equity (consensus Ahrefs + Moz). Default: preservar URL, mudar só conteúdo e template. Mudar URL só quando há ganho semântico claro (URL antiga ruim, ex: /servicos/cat-2-id-47?ref=old).
Site novo precisa de sitemap.xml gerado em runtime (não estático) listando todas as URLs publicadas, com <lastmod> real por entrada. Gerar sitemap diff (antigo vs novo): toda URL no antigo precisa ter destino no mapa 301 ou aparecer no novo. Submeter no Search Console na hora do go-live, marcar pra reprocessamento. Google começa a recrawl em 24-72h se o sitemap for válido.
Validar as 4 versões (http/https + www/sem-www) no Search Console. Se troca de domínio, usar a GSC Change of Address tool (Search Console > Configurações > Mudança de endereço) — sinaliza o Google explicitamente. Usar URL Inspection tool nas top 20 URLs por tráfego pra forçar recrawl prioritário. Acompanhar relatório de Indexação por 60 dias — "Crawled - currently not indexed" tolerável; "Discovered - currently not indexed" em massa é sinal de problema técnico.
Rodar robots.txt diff (antigo vs novo) pra garantir que nenhum Disallow herdado bloqueia conteúdo crítico. Validar com GSC robots.txt Tester antes do launch. Bloquear só /admin, /api, /preview, /staging — nunca diretórios de conteúdo. Rodar fingerprint dedup nas páginas geradas: 2 URLs com similaridade ≥ 0.8 viram canonical → 1 só (evita duplicate content e diluição de ranking).
Site novo deve emitir <link rel="canonical"> apontando pra própria URL final (HTTPS, sem trailing slash duplicado, sem query string de tracking). Sem canonical, Google escolhe sozinho — e às vezes escolhe a versão errada (com utm_source, por exemplo). Se site tem versões pt-BR/en, hreflang anotado entre elas pra evitar canibalização internacional.
Site novo subido em subdomínio (staging.empresa.com.br) por 7-14 dias com X-Robots-Tag: noindex e robots.txt Disallow: /. Rodar crawl completo (Screaming Frog em modo render JS), validar JSON-LD com Rich Results Test, conferir Lighthouse mobile + desktop, testar formulário ponta a ponta (lead aparecendo no CRM), validar GTM com Tag Assistant. Só após validação completa: trocar DNS, remover noindex, abrir robots.txt.
Search Console diariamente nas duas primeiras semanas — qualquer pico de "Não encontrado (404)", "Soft 404" ou "Página com redirecionamento" pede correção imediata no mapa de redirects. GA4 + GTM validados, conversion events disparando. Indexing delay aceitável: 60-90% das URLs reindexadas em 21 dias. Pico de bounce rate em página específica = problema isolado, não reforma toda quebrada.
Por que um site antigo é caro
Manter site velho parece economia até o dia da fatura escondida. Três riscos pesam mais — e raramente aparecem juntos no radar do dono do negócio.
Plugin abandonado vira porta de invasão
WordPress com plugin sem update há mais de 12 meses concentra 78% dos sites comprometidos por SQL injection e XSS no Brasil (Sucuri 2024). Invasor injeta script de phishing, mineração ou redirect malicioso — Google detecta e marca o site como "Enganoso à frente" no Chrome. Bounce rate vai pra 95% no dia seguinte.
Senha de admin sem 2FA + URL /wp-admin padrão
Site WP com /wp-admin acessível + senha fraca + sem 2FA recebe brute force diário. Quando uma tentativa passa, o invasor instala backdoor que sobrevive a updates parciais. Limpar o site comprometido custa R$ 2.500–8.000 por um especialista — e ainda exige nova reformulação depois.
PHP versão fora de suporte
Site rodando PHP 7.4 (fim de suporte nov/2022) ou 8.0 (fim nov/2023) é alvo automático. Hospedagens cloud avisam que vão forçar update — quando forçam, o site quebra, e a urgência custa caro. Reformulação planejada evita o cenário de "reforma de emergência".
Migração sem mapa 301 = soft 404 em massa
O caso mais comum de perda catastrófica em reforma é redirect-pra-home (toda URL antiga apontando pra "/"). O Google trata esse padrão como soft 404 e desindexa em 30-90 dias. John Mueller, da equipe Search Relations do Google, é direto: "redirecting old URLs to the homepage is essentially a soft 404 — the link equity gets dropped." Sintoma: pico de "Soft 404" no Search Console > Indexação > Páginas, seguido por queda de impressões em keywords que ranqueavam. Correção exige refazer o mapa 301 página-a-página e ressubmeter sitemap.
Redirect chain destrói link equity
Site migrado várias vezes acumula cadeias do tipo HTTP → HTTPS → www → sem-www → URL nova — 4 hops pra chegar no destino. A documentação oficial do Google Search Central recomenda no máximo 1 hop ("a single hop, not a chain"). Cada redirect adicional na chain perde 5-15% de link equity (estimativas Ahrefs e Moz convergem nessa faixa). Reforma profissional achata a chain pra 1 hop direto via edge redirect no proxy.ts ou .htaccess.
Core Web Vitals vermelho rebaixa posição
Desde junho/2021, Core Web Vitals é fator confirmado de ranqueamento (Google Search Central, "Page experience update"). Site com LCP > 4s e INP > 500ms perde 1-3 posições por keyword competitiva — e perde 100% das vagas em AI Overviews (web.dev recomenda LCP < 2.5s como "good"). Diagnóstico baseline: rodar Lighthouse CI ou web.dev/measure antes de qualquer linha de código nova. Tráfego cai sem motivo aparente até alguém medir.
Sem schema = sem rich snippet
Site sem JSON-LD (Service, FAQPage, Organization, BreadcrumbList) renderiza só como link azul no SERP. Concorrente com schema bem feito mostra FAQ expansível, breadcrumb, rating — e captura 2-4x mais clique na mesma posição. Validação obrigatória pré-cutover: Rich Results Test + Schema Markup Validator. Diferença composta ao longo de meses derruba market share orgânico.
Canonical confusion e duplicate content pós-migração
Reforma mal feita gera duas versões indexáveis (URL antiga ainda respondendo 200 + URL nova) ou canonical apontando pro lugar errado (utm_source, versão sem HTTPS). Aleyda Solís, no framework público de migração de site, classifica canonical confusion como "o erro técnico nº 1 em re-launches" — Google escolhe arbitrariamente qual versão ranqueia e o ranking oscila. Fix: canonical explícito por rota + sitemap diff antes e depois do cutover.
GEO desligado — não aparece em ChatGPT, Perplexity, Gemini
AI Overviews já capturam 28% das buscas em pt-BR em 2026. Site sem llms.txt, sem Person/Organization detalhado, sem Speakable e sem Citations confiáveis fica fora das respostas geradas. Concorrente que otimizou pra GEO aparece citado nominalmente — autoridade que demoraria anos pra construir via backlinks tradicionais.
Mobile UX quebrada drena lead
68-74% do tráfego B2C e 52-61% do B2B chegam por mobile. Site não otimizado força zoom pra ler, esconde CTA abaixo do footer, formulário sem teclado adequado. Conversão mobile cai pra 0.3-0.8% quando a média do segmento é 2-4% — perdendo 80% dos leads silenciosamente.
Formulário em 12 campos com captcha pesado
Site antigo costuma ter formulário monolítico ("preencha tudo de uma vez") + reCAPTCHA v2 com clique manual. Estudos da HubSpot mostram queda de 4-7% no completion rate por campo adicional. Refatorar pra formulário em 2 etapas com hidden capture costuma dobrar lead volume sem mexer no tráfego.
WhatsApp como link genérico, sem mensagem pré-formatada
Botão WhatsApp que abre conversa em branco força lead a escrever do zero — só 12-18% fazem. Botão com mensagem pré-formatada por página ("Vim da página /servicos/X interessado em Y") sobe pra 38-52% e ainda entrega contexto pra equipe de vendas. Reforma corrige isso com 2h de trabalho.
Como a Huios conduz uma reforma
Reforma não começa com Figma — começa com auditoria. Saber o que preservar e o que substituir é 60% do projeto. As outras três fases só funcionam se a primeira foi feita direito. A Huios já entregou mais de 250 projetos em 11 anos — o processo abaixo é o que sobreviveu a migrações de WordPress legado, Wix, Webflow, e replatforming pra Next.js + Prisma.
Stack de auditoria: Lighthouse CI (CWV baseline por rota), PageSpeed Insights (field data), Search Console (URLs indexadas + queries rankeadas), Screaming Frog ou Sitebulb (crawl completo + status codes), Sucuri SiteCheck (vulnerabilidades), Ahrefs/SEMrush (backlink profile). Extraímos: URLs indexadas, top 20 páginas por tráfego orgânico, top 20 keywords ranqueadas, CWV por rota, plugins/temas em uso, schema atual, tracking instalado, redirect chains existentes. Entregamos relatório de 8-15 páginas com decisão clara: o que migra como está, o que reescreve, o que descontinua.
A partir da auditoria, redesenhamos só o que precisa. URLs que ranqueiam ficam — só o template muda. Páginas órfãs viram redirect 301 pra equivalente. Páginas novas (gaps de conteúdo identificados via semantic gap analysis) entram no mapa. Figma navegável + content brief por página. Aprovação por etapas, não no final.
Dev em staging com URL nova (staging.empresa.com.br), X-Robots-Tag noindex e robots.txt Disallow: /. Mapa de redirects 301 implementado em edge redirect (proxy.ts no Next.js) ou .htaccess (WP) lendo de mapa centralizado no Prisma. SEO técnico embutido: sitemap dinâmico com lastmod real, JSON-LD por tipo, canonical explícito, OG image, schema (Service/FAQPage/Organization/BreadcrumbList), llms.txt + llms-full.txt pra GEO. Tracking refeito do zero — GA4 + GTM + Meta Pixel server-side + Search Console nas 4 propriedades.
Dia D: troca de DNS (TTL baixado pra 300s 48h antes), remoção do noindex, submissão de sitemap, GSC Change of Address tool acionada se trocou domínio, URL Inspection nas top 20 URLs pra forçar recrawl prioritário. Smoke test completo — 30-50 URLs críticas validadas manualmente em mobile e desktop. Acompanhamento diário do Search Console por 14 dias, semanal por mais 16. Pico de 404 ou soft 404 = correção em 24h. Pico de queda de impressão em keyword principal = investigação imediata via GSC + Ahrefs Rank Tracker.
Cases · Esse serviço
Seleção de 5 sites reformulados que foram ao ar e continuam no ar. Os 19 cases completos estão no portfólio.

Corretora de seguros e planos de saúde com 2.000+ clientes ativos e 20+ anos de operação que nunca tinha site indexado. Em 12 meses passou a rankear em 104 keywords no Google Brasil, com 73 novas aparecendo só no último ciclo.
Faixa de preço sai na primeira reunião, mas o orçamento fechado só depois de auditoria (3-7 dias úteis, R$ 800-2.500 abatidos se contratar). Sem baseline measurement de Lighthouse CI + Screaming Frog + GSC, qualquer agência precifica no escuro — e o cliente paga adicional no meio do projeto quando aparece complexidade não-mapeada (redirect chains, plugins acoplados, schema customizado).
Mapa 301 entregue como tabela auditável, com source/target/motivo/referring_domains de cada linha, hospedado no painel admin Prisma pra ajuste sem redeploy. Permite rollback granular: descobriu que um redirect tá errado 60 dias depois? Corrige no admin, propaga via edge cache em segundos. Yoast, no playbook público de site migration, classifica esse pattern como "single source of truth" obrigatório.
Site novo nunca vai ao ar sem smoke test completo. Subdomínio staging.empresa.com.br com X-Robots-Tag noindex e robots.txt Disallow: /, rodando crawl com Screaming Frog (modo render JS), Lighthouse CI e validação de schema via Rich Results Test. Cliente vê o resultado real (não só Figma) antes de pisar no cutover. Reforma de emergência sem staging é sintoma de processo amador.
Search Console acompanhado diariamente nas primeiras 2 semanas. Pico de 404, soft 404, queda de impressão em keyword principal ou erro de schema corrigido em 24h. Cliente recebe relatório semanal por 30 dias com indexação, CWV field data e top 20 keywords monitoradas. Outros entregam o site e desligam o WhatsApp — a gente fica monitorando até o tráfego estabilizar.
Toda reforma tem janela de turbulência: 30-60 dias com oscilação de ranking enquanto o Google reprocessa. Mesmo bem feita, é normal ver -5% a -15% de impressões na semana 2-4, recuperando 0% a +5% em 60-90 dias. Quem promete "zero perda" mente — Google leva tempo pra trocar URLs no índice. O que controlamos é o teto da perda (≤ 8% bem feita vs 40-70% mal feita) e a velocidade de recuperação. Cláusula contratual: relatório semanal mostrando recovery curve real.
Repositório no GitHub da sua organização, deploy na sua conta Vercel, domínio no seu registrar. Reforma sem amarração — se decidir trocar de agência em 18 meses, troca, sem ficar refém de backup que "sumiu convenientemente". Default em todos os contratos.
309 · Dúvidas
fig. FT-309O que clientes perguntam antes de fechar reforma. Respostas pensadas pra ajudar a decidir o escopo certo — ajuste, redesign ou reforma completa.
Quando três ou mais sintomas aparecem juntos: Core Web Vitals vermelho (LCP > 4s no mobile), plugin ou tema fora de suporte há mais de 12 meses, sem painel admin que a equipe consiga usar, design percebido como datado pelo cliente final, e/ou tracking quebrado impedindo otimização de campanha. Sintoma isolado costuma se resolver com ajuste pontual (R$ 500-2.500, 1-5 dias). Três ou mais sintomas significa que o gargalo é estrutural — qualquer ajuste vira gambiarra que volta a quebrar em 3-6 meses. Reforma planejada custa mais, mas evita reforma de emergência (custa o dobro, sem prazo confortável).
Reforma bem feita perde entre 0% e 8% de tráfego orgânico nos primeiros 30 dias e recupera em 60-90 dias. Reforma mal feita perde 40-70% e leva 3-6 meses pra recuperar — ou nunca recupera completo. Estudo da SEMrush com 250 migrações mostra que 1 em cada 3 perde mais de 20% nos primeiros 60 dias por falhas técnicas evitáveis. A diferença não é design, é o plano de migração: mapa de redirects 301 server-side com origem e destino auditados, preservação das URLs ranqueadas (link equity perde 5-15% mesmo em 301 limpo, segundo Ahrefs e Moz), sitemap dinâmico submetido no cutover, GSC Change of Address tool acionada quando troca domínio, URL Inspection nas top 20 URLs pra acelerar recrawl. Quem reforma sem mapa de redirects perde SEO por padrão.
Ajuste pontual (1-5 dias, R$ 500-2.500): correção cirúrgica sem mexer em estrutura. Trocar foto, ajustar texto, instalar GA4. Não muda layout nem URLs. Redesign visual (2-4 semanas, R$ 3-8k): mantém estrutura, URLs e plataforma. Troca identidade visual, tipografia, componentes. Risco de SEO baixo. Reformulação completa (4-10 semanas, R$ 8-25k): reconstrução com stack nova, painel admin novo, SEO técnico refeito, tracking refeito. Pode trocar URLs — mapa de redirects 301 vira o ponto mais crítico. Reforma + migração de plataforma (6-12 semanas, R$ 15-45k): troca de stack (WP → Next.js, Wix → sob medida). Maior risco, maior ganho. Diagnosticar o escopo certo é o primeiro entregável da auditoria.
Reforma estética: 2-4 semanas. Reforma completa: 4-10 semanas. Reforma com migração de plataforma: 6-12 semanas. Reforma de emergência (site comprometido ou quebrado): começo em 24-72h, duração depende do estrago. Prazos contam só a partir da auditoria inicial concluída (3-7 dias úteis) — pular auditoria pra "ganhar tempo" sempre custa mais no fim, porque complexidade não-mapeada vira retrabalho ou adicional. Cliente que precisa de site novo "pra ontem" costuma ter melhor resultado pagando reforma de emergência por sprint quinzenal e abrindo discussão de reforma planejada em paralelo.
Mapa de redirects 301 é a tabela que diz, pra cada URL do site antigo, qual URL no site novo deve receber o tráfego. Quando o Google encontra uma URL que ranqueava ("/blog/marketing-digital-pme") e o servidor responde 404 ("não encontrado"), em 30-90 dias essa URL é desindexada e o ranking vira pó. Quando o servidor responde 301 ("movida permanentemente pra cá"), o Google passa 90-95% do link equity (consensus Ahrefs + Moz). Diferenças críticas: 301 (permanente, passa link equity) ≠ 302 (temporário, não passa); server-side redirect ≠ meta refresh (Google ignora). Validar ausência de redirect chain (máx 1 hop) e redirect loop com Screaming Frog. Reforma sem mapa de redirects é a causa #1 de perda de tráfego orgânico em projetos brasileiros — entregável auditável (CSV ou tabela no admin), não tarefa escondida no commit.
Depende de três variáveis: (1) volume de conteúdo (se equipe interna publica blog 3-5x por semana, WordPress bem configurado pode ser melhor que admin custom), (2) performance crítica (se você compete em keywords onde top 3 tem LCP < 2s, Next.js compensa o custo), (3) integrações (se você precisa de painel admin custom, lógica de negócio pesada ou app interno, Next.js + Prisma ganha; se é blog tradicional + landings, WP moderno serve). WP com tema mal feito + 14 plugins é o pior dos mundos — modernizar pra WP enxuto (tema próprio, sem Elementor, cache decente) já resolve 70% dos problemas em metade do orçamento da migração pra Next.js.
Três ferramentas grátis dão diagnóstico em minutos: (1) PageSpeed Insights (pagespeed.web.dev) — cola URL, espera 30s, vê LCP, INP, CLS no mobile e desktop separadamente, com lab data + field data (CrUX); (2) Search Console > Experiência > Métricas principais da Web — agrupa todas as URLs do site por status (boa, precisa melhorar, ruim); (3) Lighthouse no Chrome DevTools (F12 > aba Lighthouse) ou Lighthouse CI em pipeline. Segundo a documentação oficial do web.dev, os thresholds "good" são: LCP ≤ 2.5s, INP ≤ 200ms, CLS ≤ 0.1. CWV vermelho (LCP > 4s, INP > 500ms ou CLS > 0.25) no mobile em mais de 30% das páginas significa reforma de performance prioritária — e baseline measurement obrigatório antes de qualquer mudança, pra medir lift real depois.
Não. A auditoria identifica três grupos: (a) páginas que ranqueiam bem e convertem — só recebem template novo, conteúdo preservado palavra por palavra; (b) páginas que ranqueiam mas convertem mal — recebem reescrita de CTA, formulário e estrutura, mas mantêm thesis e URLs; (c) páginas órfãs ou desatualizadas (preço de 2019, serviço descontinuado, blog post sem leitor) — viram redirect 301 pra equivalente mais próximo ou são reescritas como conteúdo novo. Reescrever 100% do conteúdo é desperdício e arrisca derrubar páginas que já performam — default é preservar texto comprovadamente bom e investir reescrita só onde há ganho mensurável.
Frentes de criação de sites
17 frentesCada frente cobre uma intenção de compra diferente — orçamento, tipo de site, tecnologia, conversão. Veja a página da frente que encaixa no que você está avaliando.
Próximo passo
Reforma começa com diagnóstico, não com Figma. Mandamos relatório resumido (CWV, schema, tracking, top 20 URLs ranqueadas) em 48h úteis pra você saber se precisa de ajuste, redesign ou reforma completa — antes de pagar qualquer coisa. Atendemos PMEs B2B em 83 cidades do Brasil.
30 min · sem compromisso · resposta em 24h úteis