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TRP-01Criação de site para transportadoras e operadores logísticosTicket R$ 3.000 – R$ 60.000+Entrega 3 a 16 semanas

Site de transportadora com rotas, frota e cotação online que captam embarcador B2B qualificado.

Transportadora não vende pra consumidor — vende pra gerente de logística que avalia frota, modais atendidos, certificação ANTT (Res. 4.799/15 do RNTRC), SASSMAQ pra química, OTIF auditável, área cliente com rastreamento e cotação online antes de pedir CT-e. A CNT contabiliza mais de 130 mil transportadoras de carga registradas e a frota brasileira passa de 2,1 milhões de veículos comerciais — quem chega no orgânico com site técnico ganha lead qualificado fora do leilão de frete. A Huios entrega isso: frota real, rotas atendidas, modais (rodoviário/aéreo/marítimo/multimodal/intermodal), segmentos (geral, fracionada LTL, dedicada FTL, refrigerada, perigosa IMO, química SASSMAQ) e cotação integrada ao TMS — Trimble Routyn, GKO, Mercurius, MaxiPago, SSW, Datacargo.

O que muda em site de transportadora

Por que site de transportadora é meio site, meio sistema

Site de transportadora é a fachada técnica da operação logística. Mostra frota real, rotas atendidas, modais (rodoviário, aéreo, marítimo, multimodal), segmentos de carga (LTL, FTL, refrigerada, perigosa IMO, química SASSMAQ), certificações ANTT/RNTRC com número, cotação online integrada ao TMS e área cliente com rastreamento real-time, CT-e, MDF-e, POD e OTIF auditável.

Captação por segmento, não por "fale conosco"

Embarcador de carga refrigerada (cold chain) não quer mesma página que embarcador de carga fracionada. Página por segmento — refrigerada, perigosa IMO classes 1-9 e ADR, dedicada FTL, fracionada LTL, química SASSMAQ — ranqueia pra busca específica e qualifica lead antes do contato. Gerente de logística que chega via "transportadora carga refrigerada São Paulo–Recife" tem urgência e perfil diferente do curioso, e perfil ainda mais específico do que pesquisa "transportadora SASSMAQ classe 3 inflamável".

Rotas atendidas como página indexada

Mapa de origem-destino visível, com lead time típico por par, modal de operação (rodoviário direto, intermodal com cabotagem ANTAQ, transbordo cross-docking) e frequência semanal. Ranqueia pra "transportadora rota São Paulo–Manaus" ou "transporte rodoviário Curitiba–Salvador". Geração programática controlada — só vira página quem tem operação real e conteúdo único, não 5.000 combinações copy-paste que o Google deindexa por programático abusivo.

Certificações são prova de conformidade, não selo decorativo

RNTRC ativo (Res. ANTT 4.799/15), SASSMAQ vigente pra química (com data de avaliação Cetesb), ISO 9001, MOPP do motorista (Res. ANTT 5.232/16 pra carga perigosa), NR-20 (inflamáveis), NR-31 (rural), licença IBAMA CTF pra resíduo. Tem que estar visível com número — comprador industrial valida no sistema da ANTT antes de homologar fornecedor. Sem isso na home, transportadora não passa do filtro de compliance da contratante.

Frota é catálogo, não foto ilustrativa

Comprador quer ver caminhão real com ficha técnica: tipo (truck, toco, carreta seca/sider/baú/refrigerada/tanque, bitrem, rodotrem, carreta porta-contêiner FCL), ano médio, capacidade em ton/m³, suspensão pneumática quando aplicável, rastreador embarcado (Sascar, OnixSat, Autotrac, Maxtrack, Cobli), ELD (Electronic Logging Device), telemetria de temperatura pra cold chain, certificação SASSMAQ por veículo quando química. Foto genérica de banco de imagem comunica o oposto.

"A frota brasileira de transporte de carga supera 2,1 milhões de veículos comerciais e mais de 130 mil empresas e ETCs (Empresas de Transporte Rodoviário de Carga) estão registradas no RNTRC junto à ANTT", aponta o anuário CNT/Transporte 2024 — universo onde quem entra em busca orgânica com site técnico, rotas visíveis e cotação automatizada captura demanda B2B que ainda passa por busca direta, não só leilão em plataforma de frete. O Brasil emite mais de 200 milhões de CT-e por ano nas Sefaz estaduais, conforme estatística pública do projeto Conhecimento de Transporte eletrônico, e a NTC&Logística sinaliza penetração ainda crescente de TMS pleno entre transportadoras de médio porte. Para um aprofundamento sobre como esses sinais entram na arquitetura técnica do site, ver também os irmãos [site com SEO](/criacao-de-sites/site-com-seo) e [site em Next.js](/criacao-de-sites/site-em-nextjs).

Quando o site certo pra cada porte

O site certo muda conforme o porte da transportadora

Transportadora pequena urbana, regional média e grande operador logístico têm necessidades técnicas e orçamentos distintos. Esse mapa evita superdimensionar projeto pra empresa de 4 caminhões — e subdimensionar pra operadora multi-modal com 200 veículos.

Quando faz sentido investir mais

  1. Operação regional ou nacional com cotação recorrente

    Transportadora que recebe 30+ cotações por semana ganha tempo operacional real com formulário origem-destino-peso-tipo automatizado. Atendente para de cotar manual no WhatsApp, comercial recebe lead já triado por segmento e tonelagem. Em 6 meses paga o site sozinho em hora de equipe poupada.

  2. Carga regulada (perigosa, refrigerada, química)

    Segmento regulado exige conformidade visível — certificação SASSMAQ pra química, NR-20 pra inflamável, controle de temperatura documentado pra cold chain. Site que ostenta os registros, fichas de risco da carga e plano de emergência fecha contrato com indústria séria. Sem isso, ficou no mercado spot de baixa margem.

  3. Operação multimodal ou multi-país

    Operador logístico que combina rodoviário + cabotagem ANTAQ + aéreo ANAC precisa explicar a operação no site — quem decide quer entender a malha, os parceiros de modal, os portos e aeroportos atendidos, a regularização IMO pra carga marítima (classes 1-9), AWB (Air Waybill) pra aéreo, BL (Bill of Lading) pra marítimo, DI (Declaração de Importação) pra trade. Página por modal + página por rota internacional + descrição clara de transbordo e cross-docking eleva o ticket médio do lead inbound.

  4. Área cliente como diferencial operacional

    Embarcador grande quer login pra ver rastreamento em tempo real, baixar CT-e, MDF-e, comprovante de entrega (POD) assinado, NFS-e por período e indicadores OTIF — métrica On Time In Full, auditável e contratualizável. Integração da área cliente com o TMS (Trimble Routyn, GKO Sistemas, Mercurius, MaxiPago, SSW, Datacargo, Pluxee TMS, Ramo Sistemas) elimina ligações operacionais e libera o CS pra venda — diferencial competitivo claro em RFP de embarcador industrial.

Quando site mais simples basta

  1. Transportadora urbana com operação fechada por contrato

    Empresa que opera 100% pra 2-3 contratantes recorrentes (last mile de e-commerce, distribuição capilar fechada com indústria) não precisa de cotação online — a operação já é contratada. Site simples de 5-8 páginas pra presença institucional, com foco em recrutamento de motorista e parcerias, resolve o que precisa.

  2. Frota de 1-5 caminhões em fase de validação

    Transportadora autônoma ou microempresa começando ainda não tem volume operacional pra justificar TMS, área cliente e cotação automática. Site enxuto com WhatsApp, formulário básico, rotas em texto e RNTRC visível resolve presença digital sem queimar caixa em features que vão ficar paradas.

  3. Foco no mercado spot de frete

    Quem trabalha majoritariamente em plataforma de frete (TruckPad, FreteBras, CargoX) capta carga lá, não no site institucional. Site cumpre papel de credibilidade pra parceiro homologar — não precisa de cotação online competindo com plataforma. Faixa pequena urbana cobre o caso.

Faixas pra site de transportadora

Quanto custa o site da transportadora por porte de operação

Faixa de mercado calibrada pra realidade da operação logística — transportadora pequena urbana não precisa do mesmo escopo de operador multimodal. Ticket cobre design, código, deploy, integração com TMS quando aplicável e 30 dias de suporte. Sem mensalidade abusiva "pra manter no ar" — hospedagem cloud entra por R$ 50/mês após launch.

Modelos de cobrança

Projeto fechado por porte

Escopo, prazo e preço fechados em contrato pra cada faixa de porte (pequena urbana, regional, grande operadora). Modelo dominante quando a operação já está definida e o site é entrega única.

Sprint quinzenal pra integração TMS

Pra projetos com integração API ao TMS, ERP ou sistema de rastreamento, dividimos em sprints de 15 dias. Cada sprint entrega uma integração validada — cotação chegando no CRM, status fluindo do TMS pra área cliente, NFS-e baixável. Cliente acompanha sem surpresa no fim.

Discovery técnico pago

Pra operação multimodal ou integração com TMS legado, discovery pago de 12-24h (R$ 2.500-5.000) mapeia API disponível, fluxo operacional e protótipo da área cliente. Abatido integralmente se contratar o projeto.

Faixa por porte de projeto

03 formatos
P-013 a 6 semanas

Transportadora pequena urbana (5-8 páginas)

R$ 3.000 – R$ 8.000

Empresa de 1-10 veículos, operação urbana ou regional simples, foco em presença institucional, captação básica via WhatsApp e RNTRC visível. Sem cotação online complexa, sem área cliente.

P-026 a 12 semanas

Transportadora regional média (cotação + área cliente)

R$ 10.000 – R$ 25.000

Frota de 15-80 veículos, rotas regionais ou interestaduais, cotação online integrada ao CRM B2B, área cliente com rastreamento via API, páginas por segmento e por rota estratégica, schema Service por modal.

P-0310 a 16 semanas

Grande operador logístico (multimodal + TMS/ERP)

R$ 25.000 – R$ 60.000+

Operação multimodal (rodoviário + aéreo + marítimo + cabotagem), 100+ veículos, integração API com TMS (Trimble, GKO, Mercurius), ERP, sistema de rastreamento de terceiros, área cliente robusta, multi-idioma se exporta, mapa de rota internacional.

Faixas cobrem código próprio entregue no repositório do cliente, deploy na conta dele (Vercel), 30 dias de suporte pós-launch. Integração com TMS conta hora a hora conforme complexidade da API — TMS com API documentada (Trimble, GKO recentes) entra mais barato; TMS legado sem API documentada exige reverse engineering e fica na faixa superior. Hospedagem cloud R$ 50/mês após launch, sem markup.

O que entregamos no site da transportadora

Páginas e funcionalidades que compõem o site B2B de transporte

  1. Páginas por modal — rodoviário, aéreo, marítimo, multimodal, intermodal

    Cada modal vira página própria com explicação da operação, frota associada, rotas típicas, lead time médio, certificações específicas (ANTT/RNTRC pra rodoviário, IATA pra aéreo, IMO/SOLAS pra marítimo, ANAC pra aéreo doméstico, ANTAQ pra cabotagem e fluvial). Multimodal ganha página dedicada porque embarcador que combina modais procura quem opera fim-a-fim, não quem só sub-contrata. Intermodal — usar trecho ferroviário + rodoviário no last mile — vira ângulo próprio pra carga seca, agro e granel.

  2. Páginas por segmento de carga

    Carga geral, fracionada (LTL — Less Than Truckload), dedicada (FTL — Full Truckload), refrigerada (cold chain com telemetria de temperatura), perigosa (classes IMO/ONU 1-9, ADR), química SASSMAQ Cetesb, agro (granel sólido e líquido), automotiva (carreta porta-veículos), contêiner FCL/LCL, e-commerce last mile, milk run e cross-docking. Cada segmento tem dor diferente — refrigerada se preocupa com break-down de cadeia de frio, perigosa com MOPP e plano de emergência ABNT NBR 14064, fracionada com lead time de consolidação. Página por segmento responde busca específica e qualifica.

  3. Rotas atendidas — mapa e par origem-destino

    Mapa interativo ou tabela de pares atendidos com frequência semanal, lead time médio e modal de operação (direto, intermodal, transbordo em cross-docking). Pares estratégicos viram landing própria com schema Service.areaServed (ex: "transportadora São Paulo–Manaus" combinando rodoviário com cabotagem ANTAQ). Geração controlada — só pares com operação consolidada e 600+ palavras únicas entram no sitemap. Sem programático abusivo do tipo que o Google deindex em massa.

  4. Frota visível com fichas técnicas

    Galeria de veículos por tipo: truck, toco, carreta seca, sider, baú, refrigerada (com gerador autônomo e datalogger), tanque, bitrem, rodotrem, carreta porta-contêiner FCL, vanderléia, romeu-e-julieta. Cada veículo com foto real, ano médio, capacidade em toneladas e m³, suspensão, rastreador embarcado, ELD (Electronic Logging Device) quando aplicável, certificação SASSMAQ por veículo. Filtro por tipo ajuda comprador a confirmar capacidade pra carga dele em segundos.

  5. Certificações ANTT, SASSMAQ, ISO, ambiental

    RNTRC com número visível (Res. ANTT 4.799/15), certificado SASSMAQ pra química (com data de vigência e versão da norma), ISO 9001 do sistema de qualidade, licença IBAMA CTF pra resíduo perigoso, MOPP atualizado dos motoristas operacionais (Res. ANTT 5.232/16), NR-20 (inflamáveis e combustíveis), NR-31 (rural quando carga agro), curso ADR pra exportação rodoviária. Página de compliance com PDFs baixáveis pra contratante anexar no processo de homologação.

  6. Área cliente com login e rastreamento em tempo real

    Painel autenticado integrado ao TMS pra embarcador acompanhar embarques em tempo real (com mapa e ETA), baixar CT-e e MDF-e, comprovante de entrega (POD) assinado digitalmente, NFS-e do período, indicadores OTIF (On Time In Full) e lead time real vs prometido, custo por km e custo por tonelada-km. Integração via API com rastreamento embarcado (Sascar, OnixSat, Autotrac, Maxtrack, Cobli). Reduz volume de ligação operacional e eleva NPS do cliente B2B recorrente.

  7. Cotação online origem-destino-peso-tipo

    Formulário inteligente que captura CEP origem, CEP destino, peso, m³, tipo de carga (geral, LTL, FTL, refrigerada, perigosa com classe IMO), valor da nota, prazo desejado e dispara pro CRM B2B (HubSpot, RD CRM, Pipedrive, Bitrix) ou direto pro TMS pra pré-cotação automática quando há tabela parametrizada. Lead chega triado por segmento, modal e rota — comercial só fecha o que cabe na operação. Reduz ciclo de cotação de 4-6h pra 30-60 minutos.

  8. Integração com TMS, ERP e rastreamento

    API conectando o site aos TMS de mercado (Trimble Routyn, GKO Sistemas, Mercurius TMS, MaxiPago, Datacargo, SSW, Pluxee TMS, Ramo Sistemas, Rodopar) e ERPs (TOTVS Protheus, SAP Business One, Sankhya, Bling, Omie). Status de embarque flui do TMS pra área cliente; cotação flui do site pro TMS; CT-e/MDF-e/NFS-e entram no ERP. Rastreamento embarcado (Sascar, OnixSat, Autotrac, Cobli) integra via webhook. Site deixa de ser ilha — vira fachada técnica da operação.

  1. Rastreamento em tempo real visível na navegação

    Link pra área cliente acessível na header, sem precisar pedir credencial por e-mail. Mesmo o teaser público mostrando que o sistema existe (screenshot do dashboard, fluxo de login) vale como prova — embarcador entende que não vai ter que ligar pra saber onde está a carga.

  2. Schema Organization, Service, ContactPoint, ParcelDelivery e GeoCoordinates

    Schema.org Organization com endereço (PostalAddress), telefone, CNPJ, RNTRC e logo; Service por modal e segmento; ContactPoint separando comercial, operacional 24/7 e financeiro; ParcelDelivery em embarques rastreáveis; GeoCoordinates pras filiais e terminais; PostalAddress consistente entre site, Google Business Profile e base ANTT. Google entende a empresa como entidade de transporte registrada — melhora aparição em Knowledge Panel e AI Overviews quando alguém pesquisa pela razão social ou pela rota.

    • RNTRC declarado em Organization.identifier com propertyID="RNTRC"
    • Service com areaServed cobrindo rotas, UF e municípios atendidos
    • ContactPoint com hoursAvailable da operação 24h se aplicável
    • ParcelDelivery em status de embarque expostos via área cliente
    • GeoCoordinates pra cada filial e cross-docking
  3. Certificações ANTT, SASSMAQ, ISO 9001 com números visíveis

    RNTRC ativo na home (não só rodapé), certificado SASSMAQ vigente com data, ISO 9001 com escopo, licença IBAMA pra perigoso/resíduo. PDF baixável da certificação pra contratante anexar no processo de homologação. Comprador checa contra base da ANTT antes de homologar — número errado ou vencido vira recusa.

  4. Frota mostrada com foto real e ficha técnica

    Sem foto de banco de imagem genérica. Cada tipo de veículo com foto da própria frota, ano médio, capacidade, suspensão, rastreador embarcado, certificação aplicável. Foto real comunica que a frota existe — banco de imagem comunica que a transportadora terceiriza tudo e não tem controle operacional.

  5. Cotação online que dispara pro CRM ou TMS

    Formulário inteligente com CEP origem-destino, peso, m³, tipo de carga, prazo desejado, dados do solicitante, integrado por API ao CRM B2B ou ao TMS. Lead chega triado e roteado. Sem isso, comercial perde 2-3 dias respondendo cotação simples no WhatsApp enquanto a contratante pediu pra três concorrentes em paralelo.

  6. Área cliente com login real, não placeholder

    Painel autenticado que mostra embarques ativos, histórico, CTRC pra baixar, comprovante de entrega digital, NF do mês. Integração com TMS via API. Área cliente fake (formulário que envia e-mail) é pior que não ter — comprador testa antes de homologar e detecta.

  7. Páginas por rota e por segmento ranqueando

    Rotas estratégicas (SP–MAO, SP–REC, RS–SP, MG–BA, PR–BA, GO–MT pra agro) como landing dedicada com lead time, modal e operação real. Segmentos (refrigerada, perigosa IMO, química SASSMAQ, fracionada LTL) idem. Cada uma com 600+ palavras únicas e schema Service apontando areaServed (UFs, mesorregiões IBGE, municípios). Geração controlada — sem 5.000 combinações copy-paste que o Google deindex.

  8. OTIF, lead time e indicadores expostos como prova auditável

    OTIF (On Time In Full) é a métrica de fato que separa transportadora de qualidade da que opera no spot. Quem expõe OTIF real por segmento e por rota — ou pelo menos compromisso de SLA mensurável — vira fornecedor preferencial pra indústria séria. Site precisa ter painel ou seção mostrando lead time prometido vs real, percentual OTIF mensal, ocupação média de frota, taxa de avaria, taxa de devolução. Sem números expostos, fica do mesmo lado da concorrência que só promete.

O que reprova o site da transportadora

Sinais que afastam embarcador qualificado em 10 segundos

Padrões recorrentes em sites de transportadora que perdem cotação séria sem nem aparecer no funil. Cada um sozinho é alerta — combinados, transportadora fica refém do mercado spot e da plataforma de frete.

Na home e estrutura

  • Sem rota atendida visível

    Home fala "atendemos todo Brasil" sem mostrar quais pares de origem-destino têm operação consolidada. Comprador interpreta como sub-contratação 100% — ou seja, transportadora não opera, só intermedia. Cai do filtro de homologação direta.

  • Sem certificação ANTT/SASSMAQ mostrada

    RNTRC ausente ou só no rodapé minúsculo. Pra carga regulada, ausência do SASSMAQ vigente (Cetesb) ou da NR-20 elimina a transportadora antes da cotação. Compliance é filtro binário pra indústria química, alimentícia e farmacêutica — comprador valida número contra a base ANTT antes de sequer abrir a planilha de cotação. Mesma régua pra IBAMA CTF em resíduo perigoso e MOPP em motorista de carga IMO.

  • Frota só em foto de banco de imagem

    Foto de caminhão Volvo branco em estrada genérica do Pexels usada por 50 mil sites diferentes. Comprador identifica em 2 segundos — comunica que a empresa não tem frota própria pra fotografar, ou que ela está em estado que não rende foto.

Em funcionalidade operacional

  • Sem área cliente pra rastreamento

    Embarcador grande não quer ligar pro CS pra perguntar onde está a carga. Sem login com rastreamento em tempo real, transportadora compete só com quem opera no spot — perde acesso a contrato programado com SLA mensal.

  • Sem cotação online

    Único caminho de cotação é "ligue pra gente" ou WhatsApp solto. Comprador que está pedindo cotação pra cinco concorrentes simultâneas vai esperar resposta em 30 minutos, não 4 horas. Quem responde primeiro com pré-cotação automática entra na shortlist; o resto cai.

  • Sem integração com TMS no rastreamento

    Área cliente que mostra status manual ("em trânsito", "entregue") inserido por atendente em vez de puxar do TMS via API ou via webhook dos rastreadores (Sascar, OnixSat, Autotrac, Cobli). Em 48h fica desatualizado — embarcador detecta, perde confiança e migra. Sem integração real, área cliente é placebo e arranha o OTIF percebido mesmo quando o entregue-no-prazo está bom.

  • OTIF e indicadores escondidos

    Site que não expõe OTIF, lead time real vs prometido, ocupação de frota ou taxa de avaria comunica que não mede — ou que mede e o número é ruim. Embarcador de RFP B2B desconfia em segundos. Mesmo OTIF imperfeito, exposto com janela móvel de 90 dias e contexto, vale mais do que silêncio com promessa genérica.

Em SEO e descoberta

  • Sem schema Organization com RNTRC

    Google não consegue ligar a empresa ao registro ANTT. Resultado: não aparece em busca por razão social, não entra em AI Overviews quando alguém pesquisa "transportadora rota X tipo Y", não ganha Knowledge Panel próprio. Concorrente que fez schema captura a busca da marca.

  • Sem página por segmento ou rota

    Tudo mora na home com "trabalhamos com todo tipo de carga". Busca por "transportadora carga refrigerada São Paulo–Recife" vai pra concorrente que separou em landing dedicada. Quem fez 8 páginas por segmento captura demanda específica; quem só tem home compete só pela marca.

  • Sem conteúdo técnico pra ANTT, MOPP, IBAMA

    Embarcador qualificado pesquisa termos técnicos do compliance (MOPP, NR-20, IMO classe 3, IBAMA CTF) antes de homologar. Site sem conteúdo técnico cai pra concorrente que produziu artigo explicando como cumprir o requisito — e ganha tanto a busca informacional quanto a transacional subsequente.

Como entregamos o site da transportadora

Do mapeamento operacional ao deploy — passo a passo

Quatro etapas. Diferente de site institucional puro, projeto de transportadora exige mapear a operação logística antes do design — o site precisa refletir capilaridade real, não promessa comercial.

  1. Discovery operacional e técnico

    1 a 2 semanas

    Reunião com responsável comercial, operacional e TI da transportadora. Levantamos modais atendidos, rotas consolidadas, segmentos de carga, frota real (planilha ou export do TMS), certificações vigentes, sistema TMS/ERP em uso, fluxo atual de cotação. Saímos com mapa de páginas, escopo de integração e ordem de grandeza de preço.

  2. Design e copywriting técnico

    2 a 4 semanas

    Design no Figma com identidade visual da transportadora (cor da frota, logo aplicado em veículos, tipografia). Copywriting feito por quem entende logística — não copy genérico de "soluções em transporte". Aprovação por etapa: home, página por modal, página por segmento, página por rota estratégica, área cliente. Sem retrabalho de copy depois do dev.

  3. Desenvolvimento e integração TMS

    3 a 8 semanas

    Frontend em Next.js 16 + React 19. Backend com Prisma + Postgres pra painel admin (frota, rotas, segmentos editáveis sem dev). Integração via API com TMS pra status de embarque, com CRM B2B pra lead de cotação, com ERP pra NFS-e quando aplicável. Repositório no GitHub da transportadora desde a primeira linha.

  4. Homologação, deploy e treinamento

    1 a 2 semanas

    QA com responsável operacional testando cotação real, login na área cliente, rastreamento de embarque ativo. Deploy na Vercel da transportadora. Search Console conectado, sitemap submetido, schema validado. Treinamento de 2h pra admin editar frota, rotas, segmentos e certificações. Suporte 30 dias inclusos.

Cases · Esse serviço

Resultado tem nome,número e print.

Seleção de 5 sites de transporte e operação logística que foram ao ar e continuam no ar. Os 19 cases completos estão no portfólio.

Todos os cases

19 projetos entregues

Screenshot do projeto Campanha A/B — Advogado Tributário
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Campanha A/B — Advogado Tributário

LP A/B · variante "restituição retroativa" · mesma OAB, duas ofertas
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Criação de Sites

Rogério Ribeiro Advogado

18 reviews · nota 5.0 · 8+ anos OAB
Screenshot do projeto Gustavo Corrêa Advogado
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Gustavo Corrêa Advogado

LP expressa · 9 doenças mapeadas · CTA único WhatsApp
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Sistemas sob medida

Huios (interno)

76 transações/mês operados · base de 3 sistemas-cliente
Screenshot do projeto BioAttento
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BioAttento

LP com GSAP · Feegow integrado · Doctoralia como canal de aquisição
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Sistemas sob medida

Haus Virtual

ERP + CRM integrados · consultoria de decoração como lead magnet
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Sistemas sob medida

Panabees

E-commerce + CRM próprio · 4 categorias sazonais · safra como edição limitada
Screenshot do projeto MedSite
Criação de Sites

MedSite

5 linhas de produto · catálogo PDF por solução · área restrita do cliente
Screenshot do projeto Exequo Construtora
Criação de Sites

Exequo Construtora

5 verticais de obra · CRM de e-mails integrado · portfólio por segmento
Screenshot do projeto Fábrica de Holding
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Fábrica de Holding

Setup R$ 997 + R$ 397/mês · 7 dias grátis · 5 calculadoras integradas
Screenshot do projeto Smart Capta
Criação de Sites

Smart Capta

+50 marcas atendidas · +R$ 40M captados · +10 leis operadas
Screenshot do projeto CR Imóveis
Sistemas sob medida

CR Imóveis

CRM próprio · 15+ bairros atendidos · 98% satisfação declarada
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Criação de Sites

RR Transfer e Tour

4,9 no TripAdvisor verificado · 13 destinos mapeados
Screenshot do projeto Dr. Pedro Augusto
Criação de Sites

Dr. Pedro Augusto

5.0 · 226 reviews · 9 landings /oftalmologista-em-[bairro]-sp
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Criação de Sites

Helen Benevides (Seguro Ponto Com)

104 KWs no Google · 73 novas em 3 meses · 20+ anos de operação
Screenshot do projeto Construlok / Figueiredo
Sistemas sob medida

Construlok / Figueiredo

R$ 1.058.127 circulados no sistema · 159 lançamentos conciliados
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Sistemas sob medida

Pratimed

Split de pagamento + checkout + remarketing automático · 1 stack
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SEO

Bonn App

1.248 keywords no Google · ~9.670 visitas orgânicas/mês
Screenshot do projeto Gástubos Instalações
Criação de Sites

Gástubos Instalações

25 páginas geo indexadas · depoimentos reais com nome em toda landing
  1. Entendemos logística B2B antes de desenhar

    Levantamos modais (rodoviário, aéreo, marítimo, cabotagem ANTAQ, intermodal), rotas, segmentos (LTL, FTL, refrigerada, perigosa IMO, química SASSMAQ, agro, contêiner FCL/LCL), certificações (RNTRC, SASSMAQ, ISO, IBAMA CTF, MOPP) e sistemas em uso antes do Figma. Sem template logístico genérico — cada transportadora tem dor diferente (refrigerada não é igual a perigosa, fracionada não é igual a dedicada, milk run não é igual a last mile). Site reflete a operação real, não promessa de marketing.

  2. Integração com TMS, CRM e ERP de verdade

    Conectamos via API com TMS (Trimble Routyn, GKO Sistemas, Mercurius TMS, MaxiPago, SSW, Datacargo, Pluxee TMS, Ramo Sistemas, Rodopar), CRM B2B (HubSpot, RD CRM, Pipedrive, Bitrix), ERP (TOTVS Protheus, SAP Business One, Sankhya) e rastreamento embarcado (Sascar, OnixSat, Autotrac, Maxtrack, Cobli). Cotação chega triada, status flui do TMS pra área cliente, CT-e/MDF-e/NFS-e entram no ERP. Sem placeholder — funciona em produção desde o dia do launch.

  3. Schema de transporte e compliance embutido

    Schema.org Organization com RNTRC declarado em identifier, Service por modal com areaServed e ParcelDelivery em embarques rastreáveis, ContactPoint separando comercial e operacional 24/7, PostalAddress + GeoCoordinates por filial, Person com sameAs do gestor responsável, certificações com data de vigência no markup. Google entende a transportadora como entidade registrada — base pra aparecer em AI Overviews e Knowledge Panel.

  4. Conteúdo técnico que ranqueia em compliance

    Produzimos artigos sobre MOPP, NR-20 (inflamáveis), NR-31 (rural), IMO classes 1-9, ADR, RNTRC (Res. ANTT 4.799/15), Res. ANTT 5.232/16 pra carga perigosa, IBAMA CTF, SASSMAQ Cetesb, ANTAQ pra cabotagem, ANAC pra aéreo doméstico, OTIF auditável — termos que comprador industrial pesquisa antes de homologar fornecedor. Captura busca informacional e empurra pra cotação. Sem copy genérico de "logística inteligente".

  5. Experience real: rr-transfer e cluster B2B

    Entregamos a RR Transfer com lógica de roteirização ponto-a-ponto, captação B2B, agenda integrada e área cliente — operação de transporte rodada em produção, não slide de portfólio. Esse repertório se traduz pra transportadora de carga em decisões concretas: como modelar par origem-destino, onde cortar geração programática, qual cota de SLA expor publicamente, como integrar webhook de rastreamento sem sobrecarregar o frontend.

  6. Mesmo time faz site, SEO e Google Ads

    Quando contrata mídia paga depois (Google Ads pra busca "transportadora rota X" ou "carga refrigerada cidade Y"), é o mesmo time — sem retrabalho de briefing, sem agência terceira pra integrar. Operação digital consolidada num único fornecedor que já conhece o TMS e o CRM da transportadora.

309 · Dúvidas

fig. FT-309

Perguntas frequentes sobre site para transportadoras

O que gerentes comerciais e responsáveis de TI de transportadora perguntam antes de fechar projeto. Respostas técnicas, sem rodeio.

01Quanto custa criar site pra transportadora em 2026?

Faixa real de mercado: transportadora pequena urbana com 5-8 páginas institucionais R$ 3.000–8.000 em 3-6 semanas; transportadora regional média com cotação online, área cliente integrada e páginas por rota R$ 10.000–25.000 em 6-12 semanas; grande operador logístico multimodal com integração TMS/ERP, rastreamento via API e mapa internacional R$ 25.000–60.000+ em 10-16 semanas. Hospedagem cloud entra por R$ 50/mês após launch. Integração com TMS legado sem API documentada conta hora a hora — se a transportadora usa Trimble, GKO recente ou Mercurius com API publicada, fica na faixa central.

02O que diferencia site de transportadora de site institucional comum?

Site institucional puro mora em copy e foto. Site de transportadora B2B exige cinco camadas operacionais: páginas por modal (rodoviário, aéreo ANAC, marítimo IMO, cabotagem ANTAQ, multimodal, intermodal), páginas por segmento (LTL, FTL, refrigerada, perigosa IMO classes 1-9, química SASSMAQ, agro), página por rota com lead time real, frota com foto real e ficha técnica por veículo, certificações RNTRC/SASSMAQ/ISO/IBAMA com número e PDF baixável. Acima disso: área cliente com rastreamento em tempo real integrada ao TMS (Trimble Routyn, GKO, Mercurius, MaxiPago, SSW), cotação online disparando pro CRM B2B, OTIF auditável exposto. Sem essas camadas, o site é folder digital — embarcador qualificado não converte.

03Como a cotação online funciona e pra onde o lead vai?

Formulário inteligente captura CEP origem, CEP destino, peso, m³, tipo de carga (geral, fracionada, dedicada, refrigerada, perigosa), prazo desejado, valor da nota e dados do solicitante. Dispara via API pra CRM B2B (HubSpot, RD CRM, Pipedrive, Bitrix) ou direto pro TMS pra pré-cotação automática quando há tabela parametrizada. Comercial recebe lead já triado por segmento, modal e rota — sabe se entra na operação antes de responder. Reduz ciclo de cotação de 4-6h pra 30-60 minutos. Quando integrado ao TMS, alguns casos permitem cotação automática instantânea pra embarcador autenticado.

04Que sistemas TMS e ERP a Huios integra com o site?

Integramos via API com os TMS comuns do mercado brasileiro: Trimble Routyn, GKO Sistemas, Mercurius TMS, MaxiPago, Datacargo, SSW, Pluxee TMS, Ramo Sistemas, Rodopar, Trans Plus. ERPs: TOTVS Protheus, SAP Business One, Sankhya, Bling, Omie. CRMs B2B: HubSpot, RD CRM, Pipedrive, Bitrix. Rastreamento embarcado: Sascar, OnixSat, Autotrac, Maxtrack, Cobli. TMS com API documentada entra mais barato e mais rápido; TMS legado sem documentação exige discovery técnico pago pra mapear endpoints ou desenhar alternativas (export CSV agendado, webhook customizado, RPA sobre tela legada). Em todos os casos, contratualizamos quem é dono da chave de API.

05Preciso de RNTRC ativo pra ter o site no ar?

Pra operar transporte rodoviário de carga no Brasil sim — o RNTRC é exigido pela Resolução ANTT 4.799/15 pra qualquer transportador de carga remunerada (ETC, CTC, TAC). Pro site em si não exigimos como pré-requisito, mas recomendamos fortemente que o número apareça na home, no rodapé, na página de compliance e no schema Organization.identifier. Embarcador industrial valida RNTRC contra a base da ANTT antes de homologar — sem número visível, transportadora cai do filtro mesmo antes da cotação. Mesma lógica vale pra SASSMAQ (química, conforme Res. ANTT 5.232/16 e norma Cetesb), MOPP do motorista, licença IBAMA CTF (resíduo perigoso) e ISO 9001 quando aplicável.

06A área cliente com rastreamento conecta com qualquer rastreador?

Conecta com rastreamento embarcado dos principais players brasileiros (Sascar, OnixSat, Autotrac, Maxtrack, Cobli) via API direta quando disponível, ou via integração intermediária pelo TMS quando o TMS já consome o feed do rastreador. Em frota terceirizada onde a transportadora não tem visibilidade direta do dispositivo, a área cliente pode operar em camada acima — puxando status macro do TMS (saiu da origem, em trânsito, chegou ao destino, entregue, ParcelDelivery.statusType) sem precisar do GPS minuto a minuto. A escolha depende do que o cliente espera ver: cold chain exige rastreamento granular com temperatura via datalogger; perigosa exige geofence e velocidade; carga geral fracionada aceita marcos de status.

07O que é OTIF e como o site expõe esse indicador?

OTIF (On Time In Full) mede o percentual de embarques entregues no prazo prometido E completos, sem avaria nem falta. É o KPI logístico mais auditável e contratualizável — embarcador industrial usa OTIF como cláusula em SLA mensal. O site expõe OTIF de três formas: (1) painel público com média móvel dos últimos 90 dias por segmento; (2) painel privado na área cliente com OTIF do próprio embarcador, comparado ao prometido em contrato; (3) campo em proposta comercial e em material de homologação. Sem TMS integrado o dado vira manual e suspeito — com TMS via API, OTIF é calculado direto sobre os CT-e/MDF-e e ganhos de credibilidade.

08O site rankeia pra rota específica tipo "transportadora São Paulo–Manaus"?

Sim, quando a rota tem operação consolidada e ganha landing dedicada com 600+ palavras únicas, schema Service apontando areaServed, lead time real, modal de operação (rodoviário direto, intermodal com cabotagem, transbordo), frota usada nessa rota e contexto regional. Geração controlada — não criamos 5 mil combinações copy-paste de origem-destino pra inflar sitemap, isso o Google deindex em massa (penalidade de programático abusivo). Selecionamos 10-30 pares estratégicos pra cada operação e produzimos conteúdo único por par. Pares acessórios entram em tabela na página-mãe sem virar landing.

09Faz sentido página separada pra cada tipo de carga?

Faz sentido pra segmentos com dor operacional distinta e busca específica: refrigerada (cold chain, datalogger, controle de temperatura), perigosa (classes IMO/ONU 1-9, MOPP, plano de emergência ABNT NBR 14064, ADR pra exportação), química (SASSMAQ Cetesb, NR-20), fracionada (LTL, lead time de consolidação), dedicada (FTL, ticket alto), automotiva (carreta porta-veículo, cegonha), agro (granel, sazonalidade), contêiner (FCL e LCL), e-commerce last mile (volume capilar com cross-docking). Cada uma capta busca específica e qualifica lead antes do contato. Não faz sentido página separada pra variação rasa do mesmo segmento — "carga geral em SP" e "carga geral em RJ" são a mesma página com cidade trocada. Vira programático abusivo e perde ranking.

10O site da transportadora precisa ser feito em Next.js ou WordPress serve?

Depende da camada operacional do projeto. Se vai ter cotação online complexa, área cliente com login integrada ao TMS via API e rastreamento em tempo real, Next.js entrega melhor performance (Core Web Vitals), edge runtime pra rotas e Server Components que rendem dados do TMS sem expor token no browser — esse é o padrão da Huios. WordPress serve pra transportadora pequena urbana com 5-8 páginas institucionais e formulário simples no WhatsApp. Pra dimensionar, comparar e decidir, ver os irmãos [site em Next.js](/criacao-de-sites/site-em-nextjs) e [site em WordPress](/criacao-de-sites/site-em-wordpress). Decisão honesta entrega o que cabe no porte da operação, não o que rende mais ticket.

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